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Amora é o novo sabor de Ursinhos de Ouro Haribo

O público votou e a disputa para eleger o novo sabor dos Ursinhos de Ouro, campeões de vendas no mundo, terminou. Após 2 meses da campanha “Ursinhos da Galera” que teve a participação de Gabriel Rocha, Thalita Meneghim, Mandy Candy e Gabie Fernandes, influenciadores digitais que defenderam seus sabores prediletos nas redes sociais, chegou a hora da revelação: considerada uma superfruta e adorada no mundo inteiro o sabor também fará parte do portfólio brasileiro – a AMORA!
O sabor recebeu 35% dos votos e sua edição limitada chega a partir de julho às lojas e prateleiras por todo o Brasil. O lançamento é resultado da campanha realizada pela marca durante os meses de março e abril, a promoção “Ursinhos da Galera” na qual o consumidor poderia votar no seu sabor predileto além de concorrer a prêmios,
Segundo Juliana Furini, Gerente de Marketing da Haribo no Brasil, a disputa foi acirrada e os fãs não ficarão desapontados com o lançamento. “O sabor amora é muito apreciado pelos brasileiros, sendo destaque em número de lançamentos dos últimos três anos. Por isso, nos preocupamos em trazer para este sabor notas sensoriais da fruta para uma melhor experiência do consumidor. Tenho certeza de que os fãs do aroma irão adorar o produto”, afirma. Para ela, a campanha foi a grande aposta da marca para o primeiro semestre de 2021: “colocamos os consumidores como protagonistas da decisão de nossos produtos e, com uma mecânica simples e integrada no digital, conseguimos interagir com os consumidores e ouvir o que eles esperam encontrar de sabor nos novos produtos.”, finaliza a gerente de marketing.
A influencer Gabie Fernandes @fernandesgabie foi quem, com unhas e dentes, defendia sua predileção nas redes sociais, para seus 1.3M de seguidores. Quando informada sobre a vitória, Gabie, consumidora e fã das balas Haribo, entrou em êxtase: “TÔ MUITO FELIZ!!!”, comemorou, em caixa alta. “Que bom que ‘amora’ foi escolhido pelo pessoal, porque realmente o sabor é gostoso demais!”, vibrou a influencer. Além disso, para ela, “o aroma está uma delicinha e eu tenho certeza de que o pessoal vai amar, assim como eu! Estou feliz demais!”, finaliza a jovem.
Haribo Amora chegará aos canais de vendas e lojas de varejo a partir de julho, em todo o país. Porém, é preciso se precaver e garantir os seus, pois a edição é por tempo limitado, até acabarem os estoques.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








