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Americanas lança Big Boss das Ofertas com Juliette Freire

Atenção, atenção! De vencedora do BBB para A Big Boss das Ofertas, já imaginou? É isso mesmo, Juliette Freire, a grande vencedora do BBB 21 e embaixadora da Americanas agora traz para os consumidores as melhores ofertas e cupons que só existem no site, no app ou nas lojas físicas da Americanas. Isso tudo por meio da campanha “A Big Boss das Ofertas”, criada pela WMcCann.
Com o conceito “Tudo o que você precisa? Relaxa, na Americanas você acha oferta, entrega rápida e BBB”, assinado pela agência, a nova campanha da Americanas mostra que Juliette está sempre espiando as ofertas da marca, assim como o consumidor. Sentada em frente à TV, a cantora narra os melhores cupons de desconto com grande variedade de produtos em filmes que alternam suas ofertas. A veiculação começou no dia 20 de março, no intervalo do BBB 22.
“A campanha foi inspirada na simpatia e no bom humor característicos da nossa embaixadora Juliette. A Big Boss das Ofertas chega para oferecer aos clientes tudo o que eles precisam com a melhor experiência de compra”, explica Aline Oliveira, head de marketing da Americanas.
De produtos para beleza, passando por eletrodomésticos e eletroeletrônicos, as ofertas variam de 10%, 30% e 50% de desconto. A campanha reforça o conceito do “Relaxa, na Americanas você acha”, sempre prevalecendo a melhor experiência de compra para seus clientes.
A estratégia de comunicação ainda conta com filmes de 15″ e peças para o digital, mídia DOOH, desdobramentos para redes sociais, site e app da marca. A parceria da Americanas com a Juliette é de grande sucesso desde que a paraibana venceu o BBB 21. A influenciadora chegou com o pé direito como embaixadora da marca e já foi responsável por eventos importantes, como a mega live de aniversário da marca.
Ficha Técnica:
Agência: WMcCann
Cliente: Americanas
Produto: Institucional
Nome da campanha: Big Boss das Ofertas – Juliette
Time do Cliente: Washington Theotonio, Vitor Monte, Marcelli Valle, Raissa Zylberglejd, Ana Ruiz, Maria Fernanda Gaspar Franco, Erika Mattos, Gabriella Carvalho e Mariana Moragas.
Executive Chairman: Hugo Rodrigues
CEO: André França
CCO: Mariana Sá
VP executivo e diretor-geral do RJ: Marcio Borges
Direção de criação: Ricardo Weitsman
Criação: Ricardo Weitsman, Felipe Gomes, Raphael Andrade, Gustavo Rodrigues, Jonas e Soares.
CSO: Renata Bokel
Planejamento: Luiza Portella, Fabiana Lovate, Daniela Urzeda e Evelyn Cristina
Diretora de conteúdo: Patrícia Colombo
Conteúdo: Stella Soares Peixinho e Lorena Manso
Atendimento: Anna Moraes, Paula Stockler e Caroline Botelho
VP de Mídia: Fabio Urbanas
Mídia: Patrícia Oliveira, Samantha Rodrigues, Christiane Duncan, Naiana Grangeiro, Marcelle Leão e Luciana Ferreira
BI: Deny Watanabe, Paulo Lima, Danilo Borges e Ingrid Barros
Diretora Geral de Produção: Camila Naito
Produção Integrada: Bianca Repsold, Vitor Hugo Faria, Mariana Veronez e Fernanda Pinheiro
Produtora do filme: Play9Action
Diretor: Rodrigo Moreira
Diretor de Fotografia: Rodrigo Moreira
Produtora de Som: Raw
Trilha: Raw
Produção Gráfica: Nereu Marinho e Maurício Martim
Fotógrafo: Igor Melo
Manipulador/ tratamento de imagem: Ciro Sollero – Craft Brasil
Projetos: Erika Casal, Felipe Ribeiro e Rodolfo de Oliveira
Relações Públicas: Kerena Neves e Giulia Camargo
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








