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ALE Combustíveis amplia investimentos em marketing esportivo e patrocina Copa do Nordeste 2020

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A ALE combustíveis é uma das patrocinadoras oficiais da Copa do Nordeste em 2020, um dos principais campeonatos regionais do Brasil. A estratégia está em linha com o relacionamento da marca com a região, onde a companhia mantém sua sede: Natal (RN). Atualmente, são cerca de 420 postos e 14 bases de operação e escritórios no Nordeste, a segunda maior praça em quantidade de revendas, atrás somente do Sudeste.

Para reforçar e ampliar a presença da companhia na região e se aproximar ainda mais do público nordestino, serão feitas, nos principais jogos da Copa do Nordeste, ações de ativação e promoções para os consumidores. A companhia também realiza diversas campanhas e promove experiências únicas para os proprietários e equipe dos postos de combustíveis e serviços que integram a rede ALE.

Nas últimas duas décadas, a ALE tem se destacado nacionalmente por investir em marketing esportivo com o patrocínio a grandes equipes e campeonatos no Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Norte e Minas Gerais. No ano passado, a companhia reforçou esses investimentos ao firmar contratos com o time de futebol paulista Corinthians e a equipe Full Time Sports de Stock Car, que tem Rubens Barrichello como piloto. Além de grandes patrocínios nos gramados e nos autódromos, a companhia já patrocinou o Rally dos Sertões e o surfista Jadson André.

Em 2019, a ALE também realizou grandes ativações, como a edição do “O Maior louco do Bando”, um inflável, com 23 metros de altura, erguido na Arena Corinthians, impactando aproximadamente 10 milhões de pessoas que estiveram presentes nos dias do evento e que também interagiram nas redes sociais. Em janeiro de 2020, a companhia realizou a segunda edição da ação no jogo de abertura do Campeonato Paulista, quando o Corinthians venceu o Botafogo-SP. Para a Copa do Nordeste, a companhia prevê ações ainda mais inovadoras para os torcedores.

De acordo com o diretor de Marketing e Varejo da ALE, Diego Pires, a estratégia de patrocinar a Copa do Nordeste está integrada aos planos da ALE de ampliar a rede de postos de combustíveis e serviços na região em 2020. “O Nordeste é uma das principais áreas de atuação da ALE, onde a companhia mantém sua matriz e se desenvolveu para alcançarmos a abrangência nacional que temos hoje. Para este ano, estamos empenhados em crescer ainda mais na região e, por isso, o patrocínio à Copa do Nordeste é tão especial e estratégico para a ALE”, declara.

A fase de grupos da Copa do Nordeste, que segue até 21 de março, conta com a participação de 16 times em nove cidades da região. “A competição reúne as maiores torcidas do Nordeste brasileiro e é indiscutível a paixão que os nordestinos têm pelo campeonato, com índice de envolvimento surpreendente. Sem dúvidas, é uma competição que valoriza os times da região e, portanto, uma excelente oportunidade para ações de relacionamento com clientes, incluindo campanhas de incentivo, ativações nos postos e marketing digital”, acrescenta Pires. O campeonato é transmitido pelo SBT Nordeste e Fox Sports, na TV fechada. Também é possível assistir pela plataforma de streaming Live FC e a organização da competição transmite os jogos mais importantes de cada rodada, de forma gratuita, no canal Copa do Nordeste no Youtube.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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