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Água Doce triplica vendas no delivery com soluções Linx

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A rede de restaurantes Água Doce Sabores do Brasil aumentou as vendas após implantar soluções da Linx, empresa líder e especialista em tecnologia para o varejo. Com o uso das plataformas para a gestão do Food Service, a marca especializada em comida brasileira cresceu mais de 200% em vendas no delivery e 40% o tíquete médio desde o início da pandemia, mantendo os negócios ativos em meio ao isolamento social.

A implantação começou em fevereiro de 2020, quando a Água Doce teve como desafio das unidades franqueadas o controle de estoque, a gestão financeira e a integração do sistema de PDV, pedidos e cozinha. Avaliando o mercado em questão, que se tornou cada vez mais competitivo após a chegada de novas plataformas de vendas digitais, a rede verificou a necessidade de incorporar ao negócio melhores ferramentas de gestão. “Nosso foco foi apostar na modernização da operação, como um todo. Para isso, começamos a conversar com as unidades sobre os problemas que impactavam diretamente a rotina e as atividades do restaurante e que precisavam de mudança rápida”, revela Renata Robledo, responsável pelo serviço de atendimento ao cliente da Água Doce.

Após pesquisas e análises de mercado, a Linx foi escolhida para solucionar os problemas e apoiar a expansão da rede dali em diante. O projeto piloto, realizado em Tupã, cidade do interior paulista onde foi fundada a primeira loja da Água Doce, deu tão certo que em menos de um mês foi iniciada a migração dos sistemas para 40 das 65 lojas em operação da rede. “Além de conseguirmos atender às necessidades e melhorar o dia a dia dos franqueados, entramos no cenário de pandemia com um delivery estruturado e pronto para lidar com o aumento da demanda, auxiliando diretamente no faturamento e na rentabilidade do negócio”, explica Robledo.

Com a digitalização e a automatização dos processos, o tíquete médio cresceu 40% em seis meses, impulsionado pelo sistema Degust, que traz uma interface simples e entrega o status completo da operação, com indicadores como CMV, tíquete médio e ranking de vendas em um sistema em nuvem simples e fácil de usar. O franqueado, por exemplo, teve mais tempo para se dedicar aos clientes que ainda não haviam se adaptado às plataformas digitais. No início da pandemia, o delivery, por meio do atendimento telefônico, também foi importante para o aumento do tíquete médio. Segundo a rede, com o passar dos meses, os clientes foram se adaptando às plataformas digitais e migrando o pedido via telefone para os aplicativos. “Neste momento de isolamento social, a agilidade no atendimento pode ser a diferença entre vender mais ou não vender. Esse sistema é uma forma de tranquilizar a rotina dos restaurantes, que podem focar no cliente, gerando uma experiência de compra muito mais rica”, afirma Rodrigo Andrade, diretor do segmento de food da Linx.

Ainda no fator agilidade, outras duas tecnologias foram adotadas pela Água Doce: Mobile, ferramenta multiplataforma para garçons, que pode ser utilizada no celular ou no tablet, garantindo um atendimento mais rápido e eficiente; e o Integrador delivery, sistema que integra os pedidos de aplicativos de delivery automaticamente ao sistema de PDV. “O sistema Integrador fez triplicar o faturamento do nosso delivery no ano passado. Agora, com o novo fechamento do comércio em muitas cidades, os franqueados estão mais tranquilos para operar por entregas apenas”, complementa Robledo.

Para Andrade, a integração dos sistemas da Linx é um fator importante para fazer a melhor gestão do negócio. “Com PDV, atendimento móvel e, principalmente, delivery integrados, a operação se torna muito mais ágil e eficaz. Juntos, eles conseguem acelerar a entrega do pedido e aumentar o tíquete médio, além de reduzir o preparo de pedidos errados na cozinha, o que impacta diretamente no lucro do restaurante”.

Neste último ano, com a parceria da Linx, os pedidos da Água Doce via delivery subiram 200%, mesmo com algumas unidades mantendo atendimento presencial para retirada. Para Robledo, os indicadores confirmam a estratégia de que todas as lojas devem passar a operar com a Linx até 2022. “Tivemos maior alcance digital em redes sociais, nos aplicativos, vendas via WhatsApp e no sistema. Com esses resultados, começamos a estudar a implementação de mais soluções da Linx, como aplicativos próprios para delivery dos franqueados”, finaliza.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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