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Agência traz inclusão no mercado em ação para artistas com deficiência

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No dia 21 de setembro comemora-se no Brasil o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. A data tem por objetivo conscientizar a população sobre a importância da inclusão das mais de 45 milhões de pessoas com deficiência na sociedade e a necessidade de se desenvolver diferentes meios para que elas possam estar inseridas.

A arte, o entretenimento e a publicidade é uma das áreas em que, infelizmente, menos se nota a presença de pessoas com deficiência em seus diferentes quadros. São raros os casos de artistas com deficiência que têm as suas habilidades desenvolvidas e potencializadas para que sejam conhecidas do grande público e tenham seu talento reconhecido e remunerado.

Com o objetivo de contribuir para reverter este quadro que o fotógrafo e documentarista Lucca Messer fundou, em 2019, a Assim Somos, a primeira agência do Brasil que representa, capacita e cria oportunidades de trabalho exclusivamente para artistas com deficiência.

“A proposta da agência é de gerar trabalho para artistas com deficiência e gerenciar esses talentos para alavancar seu potencial e representatividade no mercado”, explica Lucca Messer. Ele acrescenta ainda que “a agência busca chamar a atenção dos criadores para essa população, tirando-os deste estado de ‘invisibilidade’”.

Esta iniciativa de empreendedorismo social teve início após o sucesso da criação de um trabalho de documentário de impacto social com a atriz Mona Rikumbi, a primeira cadeirante negra a atuar no Theatro Municipal de São Paulo.

Contagiado pela energia desta artista – diagnosticada com neuromielite óptica aos 30 anos, doença inflamatória que ataca a medula espinhal, ocasionando diminuição da visão e dificuldade para andar, entre outros tantos problemas –, Messer decidiu criar uma agência que conectasse esses talentos a marcas. “Muitas pessoas têm um potencial com amplas condições de desempenharem suas habilidades e serem remuneradas por isso, mas não existia uma ponte que pudesse encurtar essa distância. Nascemos com este propósito de criar pontes”, analisa o fundador da Assim Somos.

A Assim Somos oferece ainda aos seus agenciados um serviço exclusivo de coaching, que capacita e prepara os interessados a serem fortes atuantes no mercado. Além disso, as empresas têm, por meio da agência, a opção de patrocinar os agenciados diretamente, a fim de criar um laço mais próximo às missões das marcas e inspirando seus times de Recursos Humanos.

Outro escopo de trabalho da Assim Somos está na atuação como Produtora Audiovisual, com a possibilidade de desenvolver, com o apoio de consultores especializados no assunto, conteúdos para marcas abordando o tema Pessoa com Deficiência.

Dentre os trabalhos recém-produzidos pela agência estão o conteúdo exclusivo sobre a modelo trans Aaron Philip; o mini-documentário “Luizinho das Bolas”, sobre a vida do morador do bairro do Glicério, em São Paulo, que fabrica bolas com a mão desde os 8 anos de idade e o projeto transmídia sobre a bailarina Mona Rikumbi, que proporcionou a abertura da agência.

“São mais de 45 milhões de Pessoas com Deficiência no Brasil. Muitas dessas pessoas têm algum talento artístico, mas por vários entraves, acabam desistindo. Lutamos para que os sonhos destas pessoas possam ser vividos”, conclui Lucca Messer.

Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

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Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.

No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.

Avon, faz sua mágica

Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

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Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.

O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.

Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.

“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.

A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.

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