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Agência Casa Mais e a Fundação Ronald McDonald se unem em ação de Natal para crianças hospitalizadas

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A Casa Mais vai inaugurar o projeto Alegria Virtual em terras lusitanas com uma ação que vai acontecer no Centro Hospitalar Universitário de São João, na cidade do Porto em Portugal. A ação acontecerá em parceria com a Fundação Infantil Ronald McDonald e tem como foco as crianças hospitalizadas no Hospital São João, do Porto. As crianças irão participar de uma experiência imersiva, com a utilização de um aplicativo de Realidade Aumentada desenvolvido pela agência Casa Mais. O aplicativo levará o Papai Noel, de forma virtual e interativa, até os quartos do hospital, com o objetivo de que elas sintam o espírito do natal, mesmo estando em uma situação peculiar. Com o uso de tablets, a criança vai acessar o aplicativo e ver o Papai Noel, bem como duendes, árvore de natal e os presentes em seu quarto, com uma narração que vai levar esse espírito natalino para todas as crianças.

Segundo Fábio Costa, CEO da agência Casa Mais, a ideia de levar o projeto social para Portugal sempre andou junto com a ideia de levar a própria agência. “No Brasil, já não consigo mais separar as nossas ações sociais da existência da empresa, porque é algo que nos dá muita motivação e satisfação. Por isso, desde que inauguramos a sede em Portugal, procuramos uma oportunidade de dar início ao projeto. E, felizmente, não demorou muito”, explica ele. Fábio completa dizendo que poder fazer isso justamente no natal é a “cereja no bolo” desse início do projeto em terras internacionais.

Para Isabel Aragão, gestora de parcerias da Fundação Infantil Ronald McDonald, trata-se de uma ação que ajuda a entidade a melhorar a vida das crianças internadas. “Todos os dias, quando acordamos, nos perguntamos o que podemos fazer para ajudar as crianças e as famílias. Trabalhamos com algo que nos envolve muito com eles e eu sei que uma ação desse tipo vai levar uma felicidade singular. Por isso, sequer pensei duas vezes para aceitar e ajudar na realização. Mal posso esperar para ver as carinhas das crianças quando puderem ter essa experiência”, finaliza.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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