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Ademicon investe em marketing para crescer
A Ademicon, administradora de consórcios, desenvolveu uma série de ações de marketing para aumentar a exposição de sua marca em 2022. Originária do Paraná, a empresa possui 31 anos de atuação no mercado e passou de uma administradora com atuação regional para uma empresa com presença nacional, estando em todas as regiões do país atualmente.
Um dos movimentos desse crescimento foi o patrocínio de uma prova de líder no Big Brother Brasil e o licenciamento da marca para o lançamento de dois grupos de consórcio BBB foram duas das principais apostas da administradora para fortalecer sua marca nacionalmente no ano passado. Foram investidos R$ 42 milhões em marketing este ano, já que a empresa entendeu que este era o momento certo para concretizar um investimento dessa proporção.
Hoje, a Ademicon conta com 151 unidades de negócio em funcionamento em 20 estados e no Distrito Federal. Diante desse cenário o orçamento de marketing para 2023 prevê ativações nacionais e regionais. Estará novamente no BBB na edição 23, dessa vez como patrocinadores da cota Brother e continua a parceria com o apresentador Tadeu Schimdt, que é embaixador da marca.
“Estamos trabalhando em várias frentes para fortalecer a marca Ademicon, que este ano completa 31 anos de mercado, sendo pioneira no consórcio de imóveis. A empresa está passando por um processo de forte expansão, que permitiu a entrada em novos mercados e dar um salto na comercialização de consórcios. O investimento em marketing é ao mesmo tempo vetor é consequência desse crescimento dos negócios”, afirma Tatiana Schuchovsky Reichmann, CEO da Ademicon.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







