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Accenture é nomeada Parceira Global de Soluções em Experiências Digitais da Adobe em 2021

A Accenture (NYSE: ACN) acaba de ser nomeada pela Adobe como a Parceira Global de Soluções em Experiências Digitais para o ano de 2021. O prêmio anual é concedido ao parceiro Adobe de maior impacto no Adobe Experience Cloud, que entrega valor e inovação significativos a seus clientes em comum, além de ampliar a expertise técnica e implementação das soluções Adobe.
O prêmio reforça o compromisso da Accenture em garantir vitórias de clientes conjuntos e adicionar mais de 780 certificações técnicas, incluindo cinco novas especializações regionais e quatro especializações globais. Trata-se também de um reconhecimento dos esforços do Adobe Business Group, que foca o planejamento e desenvolvimento de experiências humanas de ponta a ponta. Lançado em junho de 2020, o Adobe Business Group representa um investimento significativo ao longo dos próximos cinco anos para ambas as empresas e já funciona no Brasil.
“É um prazer ter nossa habilidade de criar experiências inéditas reconhecida”, afirma Jim LaLonde, chefe do Adobe Business Group. “Além de ser uma honra, trata-se de um reconhecimento à longa parceria com a Adobe, em que oferecemos aos nossos clientes o valor, a criatividade em escala e a inovação ilimitada de que precisam.”
À medida que mais organizações adotam o Adobe Experience Cloud e o Adobe Experience Platform para transformar suas experiências digitais, a Accenture é constantemente reconhecida pela Adobe por ajudar os clientes a maximizar o impacto e o valor de seu pacote de produtos. A Accenture teve a honra de receber o mesmo prêmio pela sua atuação na Europa em 2019 e pelo seu trabalho com clientes globais em 2018. Além do prêmio da Adobe, a Accenture Interactive foi nomeada recentemente líder na Inaugural Report da Forrester sobre provedores de serviços de implementação Adobe da empresa de pesquisa de mercado Forrester, obtendo as melhores pontuações nas categorias Estratégia e Oferta Atual.
“Ficamos muito felizes em entregar o prêmio Global Digital Experience Partner de 2021 para a Accenture”, afirma Amit Ahuja, vice-presidente de parcerias e desenvolvimento de novos negócios da Adobe. “O prêmio é um reconhecimento à habilidade contínua da Accenture em entregar experiências personalizadas que garantem a lealdade do cliente e impulsionam o crescimento no mundo todo. Estamos ansiosos para construir nosso compromisso conjunto com os clientes os próximos anos”.
A Adobe e a Accenture são parceiras desde 2002 e contam com mais de 3.500 especialistas Adobe no mundo todo que usam as soluções da Adobe para resolver os mais variados desafios de negócios dos clientes.
“A Accenture Interactive vem expandindo com sucesso nossos negócios Adobe, impulsionando o crescimento sustentável de nossos clientes por meio de experiências encantadoras. Com o Accenture Adobe Business Group, elevamos a Adobe ao mais alto nível de liderança para que possamos oferecer soluções de experiência digitais com foco total em negócio, com equipes multidisciplinares capacitadas, que atuam de forma integrada desde a estratégia, design e construção destas experiências, até a comunicação e a operação inteligente. Desta forma iremos apoiar e expandir ainda mais o posicionamento digital dos clientes no Brasil e na América Latina, do mesmo jeito que a Adobe e Accenture fazem fora”, informa Cristiano Dencker, líder da Accenture Interactive na América Latina.
A Adobe oferece a única solução ponta a ponta do setor para criação de conteúdo, marketing, publicidade, analytics e comércio por meio de suas Creative e Experience Clouds. Ao contrário das plataformas corporativas legadas com perfis de clientes estáticos e isolados, o Adobe oferece um pacote conectado de soluções de marketing digital para que as empresas possam oferecer suas próprias experiências exclusivas e atraentes em diversos pontos de contato e canais de clientes enquanto acelera o crescimento dos negócios.
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.









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