Empresa
Ação de endomarketing da Havan leva colaboradores ao CT do Flamengo

Uma ação de endomarketing da Havan levou dois colaboradores para conhecer o Centro de Treinamento do Flamengo, no Rio de Janeiro. A visita aconteceu no fim do ano e reservou muita emoção aos participantes, que naturalmente são fãs do clube carioca.
Os colaboradores sortudos foram selecionados em um desafio em alusão ao Dia do Flamenguista, comemorado no dia 28 de outubro. A ação aconteceu na rede social interna “Encantar” e todos os 22 mil colaboradores, das 168 megalojas, Centro de Distribuição, Postos de Gasolina e Centro Administrativo tiveram a oportunidade de concorrer a uma vaga na viagem.
Para ser escolhido, era preciso que os colaboradores publicassem fotos que mostrassem o seu amor pelo Flamengo e também pela Havan. Divulgassem um vídeo com o tema: Por que eu mereço conhecer o CT do Flamengo. Respondessem um quiz com perguntas sobre a Havan e o Flamengo. E ainda, marcassem com a #EuNoFlamengo. Todas as interações resultaram num ranking geral com os melhores colocados. Os dois primeiros colocados fizeram a viagem. Já os colaboradores que ficaram no TOP 5 ganharam uma camiseta oficial do Mengão.
O videomaker, Ivo Klann Junior, conta que a ida ao CT do seu time do coração foi a realização de um sonho. “Foi uma experiência surreal, que marcou a minha vida. Sempre quis saber como era os bastidores, o que acontecia num time do tamanho do Flamengo e que a maioria das pessoas não vê. Estou muito feliz e grato, pois são poucas empresas que dão essa oportunidade para os colaboradores e felizmente, eu tive essa vivência única”.
A colaboradora que atua no SAC, Kailani Correia, também fala que a experiência foi cheia de emoções. Foi a primeira vez que ela voou, que saiu de Santa Catarina e claro, pode conhecer mais sobre o Flamengo. “Nunca imaginei que teria uma oportunidade dessa, ainda mais sendo por meio do trabalho. Não vemos ações como essa acontecendo sempre. Com certeza, foi um dos dias mais felizes da minha vida”, enfatizou;
A coordenadora de Marketing Institucional, Ana Maria Leal da Veiga, explica que realizar a ação foi possível em razão do patrocínio da Havan para o clube carioca. “Sabemos que o Flamengo tem uma torcida incrivelmente apaixonada. Buscamos dar esse presente aos colaboradores da Havan. Nossa empresa é essencialmente feita de pessoas e sempre estamos em busca de ações para enfatizar o quanto os colaboradores são importantes. Ficamos muito felizes com o resultado dessa ação”, finaliza.
Empresa
2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
Empresa
Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.








