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ABA traz ao mercado o evento Branding@ABA & Record TV

A Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) realizará, em 30 de agosto, das 9 às 11h, o Branding@ABA & Record TV, que este ano tem como temática “A construção da marca nas mãos do usuário: os desafios da produção descentralizada de conteúdo”. O evento é gratuito e será transmitido ao vivo.
Evento anual, realizado desde 2019, o Branding@ABA enfatiza temas relacionados ao posicionamento das marcas, e tem sido realizado em forma de naming rights, sendo neste ano com a Record TV. “A participação de parceiros evidencia ainda mais a iniciativa da ABA em fomentar o mercado, cumprindo seu propósito de mobilizar o marketing para transformar os negócios e a sociedade”, ressalta Sandra Martinelli, CEO da ABA e membro do executive committee da WFA, que fará a abertura do evento, sendo sucedida por Andre Kieling, presidente do Comitê de Branding Conteúdo da ABA e gestor de marcas e insights na Bauducco.
O primeiro painel, que vai das 9h15 às 9h45, sob o título “Como construir narrativas com consistência em diferentes mídias e plataformas”, abordará como as marcas podem sustentar seus posicionamentos, aproveitando ao máximo as peculiaridades que cada mídia possibilita para contar sua história. Este tema será debatido pelas convidadas Marcela de Masi Nogueira, diretora executiva de branding e comunicação do Grupo Boticário e integrante da diretoria nacional da ABA, e Thais Passarella, membro do conselho fiscal da ABA e head de mídia no Banco24Horas, com mediação de Andre Kieling.
O segundo painel, das 9h50 às 10h20, com o título “Branded Content como ferramenta de conexão entre marcas e pessoas”, terá moderação de Alarico Assumpção, superintendente Comercial Multiplataforma da Record TV, e como convidadas Aline Jabbour, diretora de desenvolvimento de negócio e aquisição de conteúdo da Samsung TV Plus para Latam, e Carla Dart, membro do conselho superior da ABA e diretora de media consumer & shopper da América Latina da Coca-Cola. Na pauta, será debatido como criar conteúdo de marca de qualidade e que seja relevante para o público-alvo, contando histórias que ofereçam valor além do produto ou serviço em si. E mais: como estabelecer vínculo emocional e conquistar uma conexão genuína e duradoura com os consumidores, que estão cada vez mais expostos a um excesso de conteúdo e propagandas em um universo de canais.
Encerrando a programação, o último painel, das 10h20 às 10h50, discorrerá sobre criatividade com efetividade, levando em conta que o marketing recorre cada vez mais aos dados, análises e algoritmos para solucionar problemas. Para furar esta bolha, a criatividade é determinante pois é por meio dela que o pensamento inovador molda sistemas e transforma desafios em oportunidades. Para tratar desses tópicos do painel, compõem a mesa Lucia Bittar, conselheira da ABA e diretora de marketing da Samsung, ERH RAY, CO-CEO da Havas, com moderação de Paola Giganti, diretora de desenvolvimento de negócios da Record TV.
Para se inscrever gratuitamente no evento, acesse o link aqui.
Eventos
Oktoberfest Summit 2026 promete imersão inédita nos bastidores da maior festa alemã das Américas

O live marketing brasileiro ganha um reforço de peso em seu calendário de 2026. Após o êxito de sua estreia, que mobilizou cerca de 500 profissionais e entusiastas, o Oktoberfest Summit teve seu lançamento oficial realizado na última segunda-feira. Com o mote “Celebrar a tradição, construir o futuro”, o evento retorna com a promessa de elevar o nível das experiências imersivas entre os dias 20 e 22 de outubro, ocupando espaços icônicos como o Teatro Carlos Gomes e o Parque Vila Germânica, em Blumenau.
Nesta edição, o foco se volta para as engrenagens que fazem o espetáculo acontecer. A grande novidade reside na abertura dos bastidores da gastronomia e dos desfiles, pilares fundamentais da identidade do evento. Segundo Guilherme Benno Guenther, diretor geral da Oktoberfest Blumenau, o público terá em mãos um conteúdo sem precedentes. “Os participantes terão acesso a detalhes técnicos desses dois temas, que são grandes diferenciais e um dos maiores ativos culturais e comerciais da festa. Informações que nunca foram compartilhadas em mais de 40 anos de história”, destaca o executivo.
A organização, que projeta atrair 600 participantes este ano, aposta no conceito de “learning by doing” (aprender fazendo). Muito além de palestras convencionais, o Summit se posiciona como uma plataforma de networking e educação corporativa dentro do ecossistema de entretenimento. Para Gelson Walker, CEO da Tô Indo Viagens e Eventos e organizador oficial do encontro, a proposta é entregar uma visão 360 graus do evento. “O Summit é muito mais do que um congresso. Durante três dias, promovemos uma verdadeira imersão, com visita guiada pelos bastidores do Parque Vila Germânica e do Camarote Spaten, além da possibilidade de ter acesso a cases inspiradores, que fazem a Oktoberfest ser o sucesso que ela é. Educação, networking e entretenimento em um só lugar”, afirma Walker.
Para os profissionais do live marketing que buscam entender como escala e cultura se encontram em um projeto de alto impacto, as inscrições já estão abertas através do site oficial (www.oktoberfestsummit.com.br). O evento reforça seu compromisso com a capacitação técnica, garantindo certificação a todos os presentes.
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Super Bowl 2026 quebra recordes com comerciais de US$ 10 milhões e consolida a “Economia da Atenção”

O Super Bowl 2026 entrou para a história não apenas como a final mais aguardada da NFL, mas como o detentor do intervalo comercial mais caro da televisão mundial. Com data marcada para o próximo dia 8 de fevereiro, o preço de uma inserção de apenas 30 segundos alcançou a impressionante faixa entre US$ 9 milhões e US$ 10 milhões. O valor estabelece novos recordes globais e reforça o evento como o espaço publicitário mais disputado do planeta, evidenciando uma transformação estrutural no mercado: a revalorização extrema dos grandes eventos ao vivo.
Em um cenário de mídia cada vez mais pulverizado e orientado por métricas de performance automatizadas, o Super Bowl permanece como um dos raros momentos de atenção massiva e simultânea — um ativo que se tornou escasso em 2026. Para Bruno Almeida, CEO da US Media, o salto nos valores, que até pouco tempo giravam entre US$ 6 milhões e US$ 7 milhões, reflete uma mudança de prioridade das marcas. “O Super Bowl é um dos poucos ambientes em que as marcas não competem apenas por cliques ou conversões imediatas, mas pela atenção plena do público. Em um mundo de múltiplas telas e estímulos constantes, isso se tornou extremamente valioso”, analisa o executivo.
Este movimento não é isolado e sinaliza o retorno do conteúdo “ao vivo” ao centro das estratégias globais, abrangendo também a Copa do Mundo, Olimpíadas e Fórmula 1. A capacidade desses eventos de combinar alcance, contexto e emoção em tempo real permite um impacto de marca com menor dispersão. Segundo Almeida, o crescimento dos preços é um sinal claro de que a publicidade entrou definitivamente na era da economia da atenção. “Eventos ao vivo entregam algo que nenhum algoritmo, isoladamente, consegue garantir: relevância cultural e presença simultânea em larga escala”, afirma.
No entanto, em 2026, o sucesso de uma campanha de Super Bowl não termina quando o cronômetro para. O diferencial competitivo das marcas agora reside na estratégia de reverberação pós-jogo. Especialistas apontam que tratar o intervalo apenas como o ápice da estratégia é um erro estratégico comum; na prática, ele funciona como um gatilho para uma narrativa que deve se desdobrar em vídeos digitais, redes sociais, mídia programática e parcerias com criadores de conteúdo.
A diversificação de canais, incluindo aplicativos de segunda tela como o Onefootball, torna-se essencial para capturar a audiência que passa a reinterpretar as mensagens após o pico de exposição. Como define Bruno Almeida: “O retorno real vem da capacidade de sustentar a mensagem no pós-evento, adaptando a narrativa a diferentes plataformas, públicos e momentos de consumo”. Em um ano marcado por grandes competições esportivas, a lição do Super Bowl 2026 é clara: o impacto custa caro, mas a longevidade da mensagem é o que garante o ROI.








