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BB Game Series Etapa Wild Rift é anunciado com premiação de R$ 30 mil

Depois do grande sucesso da etapa universitária, o Banco do Brasil lança o BB Game Series – Etapa Wild Rift. A segunda edição do torneio proprietário do Banco no universo dos eSports traz grandes novidades, sendo disputada no game League of Legends: Wild Rift (versão mobile do jogo), não tendo limite de participantes e liberado para qualquer jogador com mais de 14 anos.
BB Game Series Etapa Wild Rift terá mais de 100 times
Ao todo, 128 times vindos de duas classificatórias abertas avançam para a fase principal, onde se juntam a mais oito equipes convidadas pela disputa de mais de R$ 30 mil em dinheiro. As inscrições ocorrem entre os dias 12 e 30 de julho pelo #TamoJuntoNesseGame, plataforma do eSports do BB.
Com foco em desenvolver comunidades diferentes dentro dos eSports e oferecer oportunidades para novos jogadores, a competição terá três fases eliminatórias, sendo uma por semana. A partir do dia 18 de agosto, a competição vai contar com transmissão ao vivo no canal oficial do Banco do Brasil na Twitch. O evento, que promete muita emoção e competição entre os times e seus torcedores, terá a apresentação de David Tavares, host oficial do #TamoJuntoNesseGame e contará com a narração de convidados especiais que vão trazer as análises das partidas sempre de um jeito informativo e descontraído.
Para Paula Sayão, diretora de Marketing e Comunicação do BB, a segunda edição do BB Game Series é a continuidade do ciclo de investimento e fomento no segmento, mostrando que o Banco apoia todo o mercado, incluindo games competitivos estreantes, como é o mobile Wild Rift.
“Estamos muito atentos aos movimentos da comunidade gamer. A escolha de um jogo que está em processo de crescimento e desenvolvimento está ligada diretamente ao nosso modelo de investimento, que tem um perfil de construir parcerias longas e duradouras. Acreditamos que toda renovação traz novas audiências e com isso um público totalmente novo, de quem queremos nos aproximar ainda mais”.
As classificatórias abertas serão disputadas nos dias 4 e 5, 7 e 8 de agosto, e todos com mais de 14 anos podem participar. As equipes classificadas se juntam a times convidados como o Flamengo, Vasco, INTZ, Só Agradece, Los Grandes, Vivo Keyd, TSM e B4. O torneio será disputado em formato de eliminação dupla e os oito times mais bem colocados vão receber premiação em dinheiro. A equipe campeã leva R$14 mil em dinheiro, além disso, outros R$150 serão dados aos MVPs de todos os jogos.
Veja o calendário completo:
- 1ª classificatória: 4 e 5 de agosto
- 2ª classificatória: 7 e 8 de agosto
- Playoffs e finais: 18 a 22 de agosto e 1,2,3 e 5 de setembro
As informações sobre a segunda fase do “BB Game Series – etapa Wild Rift” podem ser encontradas na plataforma oficial do Banco do Brasil o #TamoJuntoNesseGame.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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