Empresa
Fila lança o Racer Carbon, tênis de corrida com placa de carbono

Totalmente desenvolvido no FILA Lab, Laboratório de Biomecânica no Brasil, tecnologia de do produto consolida a marca na entrega da alta performance
Uma história com 110 anos construída dentro e também fora do esporte, com momentos que mudaram o jogo, quebraram recordes, coloriram as quadras e ultrapassaram o tempo. Autêntica desde sua fundação, a FILA mais uma vez resgata sua herança com a performance e apresenta o Racer Carbon, principal lançamento de running, em 2021, que apresenta uma grande evolução em tecnologia e propulsão com a exclusiva Speed Tech Carbon, a nova placa construída com material full carbono que entrega mais energia e o DNA da marca.
Para a campanha do novo tênis de corrida Racer Carbon, a Fila criou a assinatura “Wanted”, ressaltando a ideia da placa de carbono como um produto desejado, procurado pelos atletas, sejam eles profissionais ou amadores. As peças brincam com silhuetas geradas pelo jogo de luz e sombra, movimentos de ação que remetem a uma perseguição, e referências ao amanhecer, momento do dia preferido pelos corredores para treinar.
O ensaio, protagonizado por Thiago Vinhal e Luisa Baptista, triatletas que fazem parte do squad de esportistas apoiados pela marca, destacam os assets do produto, como tecnologia, velocidade, propulsão, leveza e alta performance. “Foram cerca de dois anos trabalhando em um tênis que fosse realmente eficiente. Nosso desafio em atender as expectativas passou por diversas etapas no nosso centro de desenvolvimento até chegar em um modelo testado e aprovado por atletas, como Laurindo Nunes e Vagner Noronha, maratonistas patrocinados pela marca”, comenta Adriana David, Gerente de Branding e Marketing – Fila Brasil.
Press Day
O evento online que revelou o Racer Carbon reuniu diversos jornalistas, atletas, influenciadores e amigos da FILA. Apresentado pela embaixadora da marca e jornalista Fernanda Gentil, o lançamento teve a participação da atleta olímpica de triatlon Luisa Baptista e da triatleta e influenciadora Lah Fabrini.
Durante a transmissão, a marca apresentou o vídeo da campanha estrelado pelos atletas Luisa Baptista e Thiago Vinhal, embaixador da categoria de running. Você pode assistir ao filme completo aqui:
O Racer Carbon foi desenvolvido 100% no Brasil e é um dos modelos mais leves com placa de carbono produzido no País. O produto está em pré-venda entre 7 e 15 de julho com exclusividade no site Fila.com.br. A partir de 16/07 estará disponível nos principais players e pro shop do país com o preço sugerido de R$ 799,90.
FICHA TÉCNICA RACER CARBON
Filme e foto aspiracional e making off
Ricardo Vilela
Jaques Rangel
Hugo Takemoto
Julio Brunet
Junior Viana
Iuri Galeti
Filme atletas e still de produto
Lucas Barreto
Felipe Lion
Fotos still de produto e still humanizado
Sandor Kiss
Atletas
Thiago Vinhal
Luiza Baptista
Beleza
Edu Hyde
Stylist
Ana Wainer
Diretor Criativo
Edu Hirama
Redator
Alexandre Hinterholz
Produção Executiva
WBorn
Ramon Mattos
Catering
Roccopanne
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
Empresa
TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.
A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.
“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.
Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.
Empresa
Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.
As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.
Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.
De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.
Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.
Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.









You must be logged in to post a comment Login