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SBP® destaca os heróis do combate aos mosquitos em nova campanha

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Neste ano, devido à Covid-19, pouco se falou sobre casos de doenças transmitidas por mosquitos, como Dengue, Zika e Chikungunya. Contudo, segundo pesquisas do Ministério da Saúde, já são quase um milhão de casos de Dengue no Brasil só em 2020, com previsão de um número recorde no próximo verão. Diante desse cenário, a marca SBP®, da RB Hygiene Comercial, apresenta nova campanha criada pela BETC/Havas mostrando que todos podem ser verdadeiros heróis nessa luta, com foco na parceria entre marca e ciência e na conscientização da população sobre ações de combate a essas doenças. Com mais de 150 anos de experiência, SBP® possui tecnologias que garantem uma proteção segura e eficiente.

Nos filmes, com versões de 30’’ e 15’’, marca e agência trazem os cientistas de SBP® como os heróis “invisíveis”, pois são eles os responsáveis pelas pesquisas e desenvolvimento de todos os produtos da marca. Além deles, também são personagens centrais da campanha cidadãos comuns, que levam esses produtos para dentro de suas casas, garantindo ainda mais proteção para toda a família. Juntos, eles testam a eficácia de SBP® e convidam o público a aderir ao movimento #juntoscontraomosquito, reforçando que todos podem ser heróis no combate aos mosquitos e outros insetos transmissores de mais de 10 tipos de doenças. Assista a campanha.

A iniciativa deixa claro que pequenas ações cotidianas, como não deixar água parada, virar pneus que acumulam água e colocar areia em vasos de plantas, contribuem para a prevenção da proliferação dos mosquitos. E SBP® aparece como um aliado a essas ações, com um portfólio completo para garantir proteção dentro e fora de casa.

A campanha poderá ser vista em TV aberta e fechada, além do universo digital, que ainda contempla vídeos educativos sobre o portfólio de SBP®, mídia programática e peças de redes sociais.

Desde 2017, em parceria com a Cruz Vermelha Brasileira, SBP® realiza mobilizações de combate aos mosquitos transmissores de doenças em diversas comunidades, incluindo ações educativas para adultos e crianças, doações de kits com produtos SBP® e materiais informativos e mutirões de limpeza contra focos de água parada, local de proliferação do mosquito. No total, mais de 100 mil famílias já foram impactadas pelo movimento #juntoscontraomosquito.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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