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Marcelo Abrantes é o novo CEO do Chama

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Em março deste ano, o mercado de botijão de gás do Brasil passou por uma crise de abastecimento que tomou o noticiário em diversas cidades, logo no início da pandemia do Coronavírus. No entanto, os desafios na compra de gás são temas relevantes no dia a dia de milhões de brasileiros.

Item essencial, essa é uma compra normalmente não planejada, de alto custo e urgência. Para driblar os impactos na rotina diária, os consumidores devem pesquisar bastante antes de comprar, o que leva tempo e nem sempre resulta em economia ou em uma entrega mais rápida do botijão de gás.

Foi esta a oportunidade encontrada em 2016 pela startup holandesa Chama, que lançou um marketplace de venda de gás no Brasil, trazendo uma disrupção a um mercado sem muitas inovações. A plataforma conecta revendas credenciadas a milhões de consumidores, que encontram as melhores ofertas de gás disponíveis em suas regiões.

E a partir desse modelo de negócio, já estabelecido no Brasil, o Chama se prepara para uma transformação, visando uma experiência ainda melhor aos seus consumidores. “Em um futuro próximo, os usuários do Chama encontrarão uma melhor seleção das opções, facilitando ainda mais a escolha, com uma experiência de compra e entrega de qualidade superior a qualquer outra vista no mercado”, afirma Marcelo Abrantes, novo CEO da empresa.

Para liderar esse movimento, Marcelo traz uma larga experiência à frente de empresas do mercado varejista, tendo ocupado o cargo de CEO no Grupo Makro, além de ter passado por empresas de peso como Via Varejo, Heineken, Novartis e Mars.

Atualmente, o Chama tem mais de 7 milhões de usuários e está disponível nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Pernambuco e Distrito Federal.

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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Galeria.ag reorganiza área de dados e tecnologia com promoções e nova liderança em inteligência artificial

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A Galeria.ag, agência que atua como espinha dorsal da Galeria.Holding — powerhouse independente do mercado publicitário nacional —, acaba de anunciar uma reestruturação estratégica em seu braço de dados e inteligência. A agência oficializou as promoções internas de Marcelo Azevedo, que assume o posto de head de automação & IA, e de Lucas Prando, alçado ao cargo de diretor executivo de insights. Ambos os executivos continuam sob o comando direto de Guido Sarti, sócio e vice-presidente de dados e tecnologia da Galeria.ag. Para encorpar o time de analistas, a operação anuncia ainda a contratação de Mariana Guarnieri como Especialista de Insights.

Com a movimentação, Marcelo Azevedo assume uma cadeira recém-criada e considerada vital para a competitividade da agência no atual cenário tecnológico. O profissional liderará toda a agenda de automação de processos e aplicação de inteligência artificial generativa e analítica voltada ao negócio, além de acumular a gestão das frentes de engenharia de dados e soluções de CRM. Azevedo traz na bagagem 14 anos de atuação no mercado de comunicação, registrando passagens por agências como R/GA e DPZ&T. Presente no time desde o dia zero da fundação da Galeria, ele também é sócio da Gaia, empresa do grupo focada exclusivamente em soluções proprietárias de IA.

Paralelamente, Lucas Prando assume o comando geral de toda a célula de insights. Sua missão na nova cadeira será injetar uma visão consultiva e estratégica voltada para a inteligência competitiva, monitoramento de tendências de comportamento do consumidor e interpretação de grandes volumes de dados. Acumulando 13 anos de estrada na indústria da comunicação, Prando consolidou sua trajetória em áreas como pesquisa de mídia, inteligência estratégica e data intelligence. Assim como Azevedo, faz parte da equipe fundadora da Galeria.ag, tendo trabalhado previamente em grandes marcas do setor como Y&R e DPZ&T.

Para fechar o ciclo de novidades na unidade de negócios, Mariana Guarnieri chega para integrar o time executivo de insights. Graduada em Relações Públicas e em fase de conclusão de um MBA em data science & analytics pela Poli-USP, a profissional traz um portfólio multidisciplinar com passagens por marcas do varejo e agências como AMARO, FCB Brasil e Ampliva, onde liderou entregas de Business Intelligence, SEO, CRO e performance digital.

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