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Alpha Talks: Fundação Alphaville promove live para debater o papel social das empresas durante a pandemia e para a retomada dos negócios

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O evento on-line acontecerá nesta quinta-feira (04/06), às 17h30, e conta com participantes da Fundação Alphaville, Instituto BRF, Instituto Mais e Instituto Votorantim

Nesta quinta-feira (04/06), às 17h30, a Fundação Alphaville (organização sem fins lucrativos mantida pela Alphaville Urbanismo, maior loteadora de empreendimentos horizontais do País), promoverá uma live com o tema “A importância do papel social das empresas em tempos de crise e para a retomada dos negócios”. O objetivo da conversa é falar sobre as mudanças que o cenário do novo coronavírus trouxe para as companhias e como elas estão adaptando seu papel social durante este período, além de compartilhar iniciativas futuras para o cenário pós pandemia.

Para enriquecer a conversa, a Diretora Executiva da Fundação Alphaville, Fernanda Toledo, receberá on-line o Gerente Geral do Instituto Votorantim, Rafael Gioielli e a Gerente do Instituto BRF, Bárbara Azevedo. Para fazer a mediação, a convidada é a Presidente do Conselho de Sustentabilidade do Instituto Mais, Marilena Lavorato.

“Com este contexto inédito, é preciso proporcionar um esclarecimento sobre o papel de responsabilidade que as empresas têm com a comunidade. As companhias tiveram que mudar seu planejamento em todas as esferas, incluindo suas atividades de caráter social, e é sobre isso que vamos falar. Essa live não é somente para quem está à frente dessas questões, mas para todos aqueles que querem entender essa mudança do escopo de atividades das organizações”, explica Fernanda Toledo.

A transmissão do evento é aberta ao público e totalmente gratuita. Para participar, basta se inscrever neste link.

Série Alpha Talks

O evento on-line desta quinta-feira faz parte de uma série de lives iniciada em abril, chamada Alpha Talks. Promovida pela Alphaville Urbanismo, a série tem como propósito discutir os reflexos que a pandemia provocou no setor imobiliário e como as empresas do segmento estão se adaptando e mantendo suas atividades durante este período. A iniciativa também se estendeu para a Fundação Alphaville a fim de ampliar o debate sobre como as empresas, dos mais variados setores, têm repensado seu papel social em tempos de coronavírus.

Até o momento, já foram realizados seis eventos on-line que contaram com convidados da OLX, DataZap, Haus, Cyrela, Even, Setin Incorporadora, CMO Construtora, entre participantes do mercado imobiliário. Os temas debatidos foram “Imobiliárias Digitais: O futuro das vendas”, “Produto pós-crise”, “Cenário de segurança condominial pós pandemia”, “Retomada imobiliária pós Covid-19”, “Consumindo imóvel on-line” e “Casas com maior demanda?”. Com quase três mil visualizações, os vídeos estão disponíveis no Youtube e nesta página.

Serviço:

Evento: Live A importância do papel social das empresas em tempos de crise e para a retomada dos negócios”

Quando: nesta quinta-feira (04/06)

Participantes: Fernanda Toledo, Diretora Executiva da Fundação Alphaville; Rafael Gioielli, Gerente Geral do Instituto Votorantim; Bárbara Azevedo, Gerente do Instituto BRF e Marilena Lovato, Presidente do Conselho de Sustentabilidade do Instituto Mais.

Local: on-line, com inscrições neste link.

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CMO Pulse 2026 revela que desintegração de dados e ferramentas gera desperdício de 30% no marketing

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A nova edição do estudo CMO Pulse 2026, conduzido pela Zoho em parceria com a M15 Drops e a Layer, traz um diagnóstico contundente sobre a eficiência operacional das empresas brasileiras: até 30% do investimento em tecnologia de marketing (MarTech) é desperdiçado devido à redundância de soluções e à baixa utilização. O levantamento aponta que 74% dos líderes de marketing estão sob pressão recorde para comprovar o Retorno sobre Investimento (ROI), enquanto lidam com ferramentas subutilizadas e dados fragmentados.

O paradoxo identificado pela pesquisa mostra que, embora o aporte em tecnologia tenha crescido, 65,7% dos profissionais apontam a integração de dados como o maior gargalo da área. Atualmente, 37% do tempo das equipes é consumido apenas pela estruturação de informações, restando apenas 22% para a geração de insights estratégicos. “O desafio começa quando as empresas tentam provar resultado com dados fragmentados, ferramentas pouco integradas e uma visão incompleta da jornada do cliente. Sem integração, o marketing perde velocidade e precisão”, afirma Raphael Leite, head de marketing da Zoho.

O estudo evidencia uma mudança estrutural no comportamento do consumidor. Mais de 80% das pessoas utilizam múltiplos canais antes de decidir uma compra, tornando a jornada menos previsível e mais fragmentada. No setor B2B, o cenário é ainda mais complexo: o número de interações necessárias para uma conversão dobrou na última década, saltando de cinco para dez pontos de contato.

Essa realidade desafia o modelo tradicional de funil de vendas. O CMO Pulse 2026 propõe que as marcas passem a enxergar a jornada como uma “constelação de pontos de contato”, onde canais físicos e digitais coexistem e se influenciam mutuamente. Nesse contexto, os creators surgem como peças estratégicas; embora as redes sociais tenham menor credibilidade declarada que a TV, 50% dos CMOs já classificam os influenciadores como canais de alta performance devido à sua capacidade de gerar identificação cultural.

Outra revelação importante do estudo diz respeito à eficácia da mídia ao longo do tempo. Segundo a chamada “Regra dos Três Quintos”, apenas 40% do impacto de uma campanha ocorre na primeira semana após a exposição. Os 60% restantes distribuem-se ao longo de até dois anos, o que exige das empresas uma visão que ultrapasse a conversão imediata.

Para Raphael Leite, o marketing precisa abandonar a operação em silos e focar na integração para sobreviver em 2026: Integração de Dados, com a consolidação de  informações para reduzir desperdícios e personalizar a experiência; Equilíbrio de Canais onde combina-se a agilidade do digital com a autoridade de canais tradicionais e Novas Fronteiras, que explora territórios como o mercado gamer, projetado para ultrapassar US$ 505 bilhões até 2030.

Em última análise, o relatório conclui que a sobrevivência das marcas depende da capacidade de transformar dados dispersos em inteligência de negócio, garantindo que a tecnologia seja uma aliada da estratégia e não uma fonte de ineficiência financeira.

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Casa Bauducco resgata o valor das pausas cotidianas e oferece café de cortesia em promoção nacional

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Em um cotidiano marcado pela aceleração, a Casa Bauducco — unidade de negócios D2C (Direto ao Consumidor) da Bauducco — lança uma iniciativa para incentivar o público a valorizar os pequenos momentos de respiro. Durante todo o mês de maio, a rede de franquias promove uma ação especial em que o café expresso é por conta da casa na compra de dois produtos selecionados do cardápio.

A promoção, válida até o dia 31 de maio, abrange as mais de 200 unidades da rede espalhadas pelo Brasil, com forte presença em aeroportos, rodovias, centros corporativos, shoppings, universidades e hospitais. A estratégia foca na versatilidade, permitindo que o cliente monte sua própria combinação entre os itens mais consumidos do portfólio da marca.

Para garantir a cortesia, o consumidor pode escolher entre opções icônicas como as fatias de Chocottone ou Panettone, além de Muffins, Brownies, Pão de Mel e o tradicional pão de queijo. Segundo Camila Forte, gerente executiva de marketing da Casa Bauducco, a ativação busca tornar a experiência de loja ainda mais acolhedora. “Focamos nos itens mais pedidos, como fatias e doces individuais, que já fazem parte da escolha de quem visita a Casa Bauducco. Ao longo do mês, a campanha reforça o convite para que os consumidores vivam a experiência nas lojas de forma aconchegante, valorizando a arte de degustar tão inerente à marca”, afirma Camila.

A ação reforça o posicionamento da Casa Bauducco como um refúgio de hospitalidade em meio à rotina urbana, utilizando a gastronomia afetiva para estreitar o vínculo com o consumidor e impulsionar o fluxo nas unidades físicas através de uma proposta de valor clara e convidativa.

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