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Bariloche aposta no turismo remoto com a landing page “A gente volta a se ver em breve”

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Bariloche anunciou o lançamento de seu hotsite “A gente volta a se ver em breve” focada em conteúdo experiencial e feito para que todas as pessoas possam ver, sentir e visitar Bariloche do conforto de suas casas.

Neste site, pessoas de diversas idades poderão curtir a cidade de forma diferente, demonstrar seu amor pelo chocolate e ter a oportunidade de preparar algumas das deliciosas receitas fornecidas virtualmente.

“Diante do contexto, decidimos ajudar no entretenimento das famílias trazendo para suas casas o melhor da nossa cidade, cercando-as com nossas paisagens, cultura e gastronomia. Esperamos que essa seja uma experiência valiosa e divertida no período de isolamento social”, diz Diego Piquín, diretor executivo da Emprotur Bariloche.

Os usuários poderão baixar e colorir atividades da Páscoa para crianças, testar sua criatividade com palestras TED e explorar as paisagens de uma forma diferente.

Apesar do cancelamento de festividades como o Festival Nacional do Chocolate e o fechamento de todos os circuitos turísticos, a prioridade é preservar a saúde dos cidadãos para que depois os turistas possam visitar os atrativos da cidade.

“Hoje nossa maior preocupação é com a saúde, e ficar em casa não significa férias, significa prevenção e cuidado. Tenho certeza de que, se tomarmos as medidas responsáveis, nos veremos novamente em breve”, acrescenta Gastón Burlon, secretário de Turismo de Bariloche.

Campanha #VouFicarEmCasa

A ação faz parte da campanha #VouFicarEmCasa (YoMeQuedoEnCasa). A cidade patagônica de Bariloche se une à tendência internacional de incentivar os cidadãos do País a ficar em casa para combater o Coronavírus. Hoje, a #YoMeQuedoEnCasa, #VouFicarEmCasa, #StayHome é uma campanha global que estimula as pessoas a não saírem de casa para ajudar na contenção da propagação da doença do covid-19. Dessa forma, um dos destinos mais importantes da Argentina está alinhado na mobilização afim de cultivar a consciência dos cidadãos.

Até agora, Bariloche não tem casos confirmados de coronavírus, mas se une a esse movimento que é apresentado como a melhor maneira de parar a pandemia. Segundo Gastón Burlon, Secretário de Turismo de Bariloche: “A Covid-19 não vai nos pegar de surpresa pois temos o exemplo dos países que já foram afetados. Todo mundo concorda que ficar em casa é a melhor medida para combater o coronavírus, vamos ser responsáveis e não sair para as ruas”.

O Festival Nacional de Chocolate foi suspenso, assim como as trilhas no Parque Nacional Nahuel Huapi foram fechadas após as decisões relatadas pelo Presidente da Nação, entre outras medidas. O importante hoje é preservar a saúde dos cidadãos e, como Bariloche é um destino que pode ser visitado durante todo o ano, não haverá falta de oportunidade para os turistas aproveitarem suas atrações.

A cidade está trabalhando para garantir que o melhor de Bariloche possa ser desfrutado em casa por meio de uma plataforma virtual interativa para que, adultos e crianças, possam se sentir próximos e continuar a conhecer o destino ao mesmo tempo que ajudam a cuidar da saúde de todos. “Hoje a prioridade é a saúde, ficar em casa não significa férias, significa prevenção e cuidado. Estou certo de que, se tomarmos as medidas com responsabilidade, nos veremos novamente em breve”, concluiu Burlon.

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Oktoberfest Summit 2026 promete imersão inédita nos bastidores da maior festa alemã das Américas

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O live marketing brasileiro ganha um reforço de peso em seu calendário de 2026. Após o êxito de sua estreia, que mobilizou cerca de 500 profissionais e entusiastas, o Oktoberfest Summit teve seu lançamento oficial realizado na última segunda-feira. Com o mote “Celebrar a tradição, construir o futuro”, o evento retorna com a promessa de elevar o nível das experiências imersivas entre os dias 20 e 22 de outubro, ocupando espaços icônicos como o Teatro Carlos Gomes e o Parque Vila Germânica, em Blumenau.

Nesta edição, o foco se volta para as engrenagens que fazem o espetáculo acontecer. A grande novidade reside na abertura dos bastidores da gastronomia e dos desfiles, pilares fundamentais da identidade do evento. Segundo Guilherme Benno Guenther, diretor geral da Oktoberfest Blumenau, o público terá em mãos um conteúdo sem precedentes. “Os participantes terão acesso a detalhes técnicos desses dois temas, que são grandes diferenciais e um dos maiores ativos culturais e comerciais da festa. Informações que nunca foram compartilhadas em mais de 40 anos de história”, destaca o executivo.

A organização, que projeta atrair 600 participantes este ano, aposta no conceito de “learning by doing” (aprender fazendo). Muito além de palestras convencionais, o Summit se posiciona como uma plataforma de networking e educação corporativa dentro do ecossistema de entretenimento. Para Gelson Walker, CEO da Tô Indo Viagens e Eventos e organizador oficial do encontro, a proposta é entregar uma visão 360 graus do evento. “O Summit é muito mais do que um congresso. Durante três dias, promovemos uma verdadeira imersão, com visita guiada pelos bastidores do Parque Vila Germânica e do Camarote Spaten, além da possibilidade de ter acesso a cases inspiradores, que fazem a Oktoberfest ser o sucesso que ela é. Educação, networking e entretenimento em um só lugar”, afirma Walker.

Para os profissionais do live marketing que buscam entender como escala e cultura se encontram em um projeto de alto impacto, as inscrições já estão abertas através do site oficial (www.oktoberfestsummit.com.br). O evento reforça seu compromisso com a capacitação técnica, garantindo certificação a todos os presentes.

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Super Bowl 2026 quebra recordes com comerciais de US$ 10 milhões e consolida a “Economia da Atenção”

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O Super Bowl 2026 entrou para a história não apenas como a final mais aguardada da NFL, mas como o detentor do intervalo comercial mais caro da televisão mundial. Com data marcada para o próximo dia 8 de fevereiro, o preço de uma inserção de apenas 30 segundos alcançou a impressionante faixa entre US$ 9 milhões e US$ 10 milhões. O valor estabelece novos recordes globais e reforça o evento como o espaço publicitário mais disputado do planeta, evidenciando uma transformação estrutural no mercado: a revalorização extrema dos grandes eventos ao vivo.

Em um cenário de mídia cada vez mais pulverizado e orientado por métricas de performance automatizadas, o Super Bowl permanece como um dos raros momentos de atenção massiva e simultânea — um ativo que se tornou escasso em 2026. Para Bruno Almeida, CEO da US Media, o salto nos valores, que até pouco tempo giravam entre US$ 6 milhões e US$ 7 milhões, reflete uma mudança de prioridade das marcas. “O Super Bowl é um dos poucos ambientes em que as marcas não competem apenas por cliques ou conversões imediatas, mas pela atenção plena do público. Em um mundo de múltiplas telas e estímulos constantes, isso se tornou extremamente valioso”, analisa o executivo.

Este movimento não é isolado e sinaliza o retorno do conteúdo “ao vivo” ao centro das estratégias globais, abrangendo também a Copa do Mundo, Olimpíadas e Fórmula 1. A capacidade desses eventos de combinar alcance, contexto e emoção em tempo real permite um impacto de marca com menor dispersão. Segundo Almeida, o crescimento dos preços é um sinal claro de que a publicidade entrou definitivamente na era da economia da atenção. “Eventos ao vivo entregam algo que nenhum algoritmo, isoladamente, consegue garantir: relevância cultural e presença simultânea em larga escala”, afirma.

No entanto, em 2026, o sucesso de uma campanha de Super Bowl não termina quando o cronômetro para. O diferencial competitivo das marcas agora reside na estratégia de reverberação pós-jogo. Especialistas apontam que tratar o intervalo apenas como o ápice da estratégia é um erro estratégico comum; na prática, ele funciona como um gatilho para uma narrativa que deve se desdobrar em vídeos digitais, redes sociais, mídia programática e parcerias com criadores de conteúdo.

A diversificação de canais, incluindo aplicativos de segunda tela como o Onefootball, torna-se essencial para capturar a audiência que passa a reinterpretar as mensagens após o pico de exposição. Como define Bruno Almeida: “O retorno real vem da capacidade de sustentar a mensagem no pós-evento, adaptando a narrativa a diferentes plataformas, públicos e momentos de consumo”. Em um ano marcado por grandes competições esportivas, a lição do Super Bowl 2026 é clara: o impacto custa caro, mas a longevidade da mensagem é o que garante o ROI.

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