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Méqui: Moderno como Nunca. Méqui como Sempre

Nova campanha da rede destaca inovações realizadas dentro e fora dos restaurantes que ampliam ainda mais a experiência dos clientes com a marca
Mais moderno do que nunca e sem abrir mão do jeito Méqui de proporcionar experiências deliciosas. Esta é a premissa da nova campanha do McDonald´s, assinada pela DPZ&T
Com veiculação prevista para TV e internet, o filme retrata diversos momentos Méqui, que ficam ainda mais especiais com o apoio das inovações adotadas pela rede. Para trazer bom humor ao conteúdo, uma narração no estilo ópera foi escolhida. Entre as cenas retratadas estão os totens de autoatendimento, que garantem ainda mais agilidade e customização dos pedidos, e o delivery, que pode ser solicitado pelos parceiros da marca ou pelo McDelivery disponível no app do McDonald’s.
“Está cada vez mais fácil matar a Fome de Méqui! E para comunicar todas as facilidades que estamos implementando, preparamos uma campanha descontraída, que traz uma série de situações em que a tecnologia garante ainda mais conveniência para nossos clientes”, explica João Branco, Chief Marketing Officer da Divisão Brasil da Arcos Dorados.
Desde 2017, a empresa vem atualizando suas unidades com nova arquitetura e design que trazem mais interatividade e conforto. Totens de autoatendimento, Wi-Fi e menu digital são algumas das apostas para oferecer mais conveniência e praticidade. Até o fim do ano, todos os restaurantes próprios da rede já estarão no novo formato.
Além de inovar na experiência dentro dos estabelecimentos, a companhia também aposta em iniciativas de atendimento que garantem agilidade no Drive Thru, entre elas pagamento via Sem Parar, pista dupla que garante melhor mobilidade e a parceria com a FCA para testar uma funcionalidade nos computadores de bordo dos veículos da montadora que permite fazer o pedido e realizar o pagamento no caminho.
“Todos os momentos de consumo são oportunidades para seguirmos na liderança do mercado. Por isso, a inovação é uma ferramenta essencial para garantir que vamos transformar o contato com nosso público em algo memorável”, explica João Branco, Chief Marketing Officer da Arcos Dorados Divisão Brasil.
Para ficar sempre por dentro das novidades e campanhas, acesse: https://www.mcdonalds.com.br.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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