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82% das marcas erram no processo de escolha da agência de comunicação, revela empreendedora

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Contratar uma agência de comunicação – e qualquer outro serviços na esfera de marketing e mídia – pode ser algo desafiador para quem atua neste setor ou na área de compras das empresas. Estratégicos para as corporações, os serviços de comunicação (mídia, PR, conteúdo, CRM, entre outros) atendem diferentes propósitos organizacionais, abrangendo o relacionamento com diferentes públicos, como clientes, investidores, colaboradores, imprensa, etc. Por isso, dificilmente uma companhia consegue dar conta de todas essas frentes de atuação contando apenas com uma equipe interna ou uma única agência. Uma pesquisa realizada pela B.done, serviço de hunting de agências de comunicação para marcas do país, confirma essa tese, uma vez que 82% das empresas ainda erram no processo de escolha desses tipos de parceiros.

Segundo a CEO e fundadora da B.done, Cáh Morandi, esse cenário em muitos casos acaba acarretando em projetos falhos e com resultados abaixo do esperado para ambas as partes.

“A escolha errada de uma agência ocorre por uma combinação de fatores, que passa pela falta de uma pesquisa prévia, processos de concorrência falhos e priorizações distorcidas de serviços, escopos e orçamentos durante a comparação de propostas. Ou seja, estamos falando sobre o momento que antecede o contrato, que é brutalmente desvalorizado, gerando uma falta de alinhamento entre as partes, resultando num trabalho pouco produtivo. É preciso ressaltar que algumas práticas defasadas ainda são percebidas nesse processo. Não é raro, por exemplo, a restrição do budget ou uma simples indicação se sobressair diante de elementos que deveriam ser prioritários no momento de definir o seu parceiro ideal, como a capacidade técnica e criativa das agências.”

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Sunset a 50 metros de altura é destaque da temporada 2026 do Dinner in the Sky

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Assistir ao pôr do sol das alturas promete ser uma das experiências mais disputadas da temporada 2026 do projeto internacional Dinner in the Sky. Os participantes poderão acompanhar a transição do dia para a noite em um cenário único, unindo gastronomia a 50 metros de altura, paisagem urbana e entretenimento em uma experiência imersiva, sensorial e instagramável – características que consolidaram o Dinner in the Sky como uma das ativações gastronômicas mais desejadas do mundo.

Suspenso no ar, com gastronomia de alto nível e uma atmosfera cuidadosamente pensada para transformar cada detalhe em memória, o Dinner in the Sky vai muito além da mesa suspensa. Sua experiência oferece uma jornada completa, que começa logo na chegada ao evento, com acesso a um lounge exclusivo, bar, ambientação especial e atrações preparadas para receber o público com antecedência. A recomendação é chegar ao local pelo menos uma hora antes do embarque, aproveitando o clima de expectativa que antecede o momento em que a plataforma é elevada.

A temporada 2026 acontece entre 17 de abril e 16 de agosto, com local a ser divulgado em breve, mantendo o mistério e a exclusividade que fazem parte do conceito do projeto. A edição marca também a entrada da LGL Case na sociedade do Dinner in the Sky, em parceria com a Mestiça, reforçando a exclusividade e o posicionamento do evento como um hub de experiências, relacionamento e brand experience no Brasil.

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Samsung Ads revela como o Mundial transforma a sala de casa em arquibancada

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Já em clima de Mundial, a Samsung Ads, braço de publicidade em Smart TVs da Samsung Electronics, traz um novo mapeamento de consumo de conteúdo nas CTVs da marca, revelando o comportamento das audiências brasileiras para o evento esportivo mais aguardado do planeta. O levantamento mostra que 93% dos espectadores da marca pretendem assistir aos jogos em suas TVs conectadas, e 77% afirmam que vão acompanhar todas as fases do campeonato, um reflexo direto do poder de engajamento do futebol no Brasil, que segue sendo um ponto de encontro entre paixão, entretenimento e convivência.

A expectativa é alta, já que 90% consideram o Mundial um evento imperdível e 86% acreditam que ele representa mais do que futebol: uma paixão nacional. Essa empolgação também se traduz em consumo, uma vez que 53% pretendem comprar uma nova Smart TV ou assinar algum aplicativo de streaming, ou TV por assinatura para assistir aos jogos. E, quando o assunto é onde assistir, a TV linear continua forte pois 93% dos torcedores afirmam que consumirão o evento em canais lineares tradicionais, enquanto 70% planejam acompanhar as partidas por aplicativos de streaming.

Em dia de jogo, o comportamento do torcedor ganha alguns rituais. Antes de a bola rolar, 70% pretendem reunir amigos e familiares para assistir junto, 37% querem acompanhar o pré-jogo e as discussões e 46% vão comprar comidas e bebidas, enquanto 28% optam pelo delivery.

No intervalo, o público segue conectado: 58% assistem aos melhores lances ou análises, 57% navegam entre canais e plataformas e 34% pesquisam mais informações sobre as marcas vistas nas transmissões. E o pós-jogo continua animado: 84% permanecem em clima de festa ou resenha, 76% mudam de canal ou plataforma e 28% preparam algo para comer.

A atenção à publicidade durante o Mundial é equilibrada: 53% dos torcedores estão atentos aos anúncios antes do jogo e 50% depois. As campanhas que mais engajam são as que traduzem emoção, identificação com o torcedor e símbolos culturais do País, especialmente quando contam com ex-jogadores da seleção. Entre os formatos que mais engajam, destacam-se: ofertas exclusivas de produtos e serviços relacionados ao Mundial; conteúdos interativos (jogos, quizzes, enquetes); conteúdos exclusivos e de bastidores e campanhas com causas sociais ou ligadas ao esporte. Para 38% dos espectadores, a lembrança de um anúncio está diretamente ligada à sua criatividade.

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