Empresa
5 séries sobre redes sociais para ver no streaming

Emily Cooper (Lily Collins) é uma jovem executiva de marketing, especialista em mídias sociais, que se muda de Chicago para Paris. Afinal, ela recebeu uma proposta irrecusável de trabalho. Só que as coisas são mais difíceis do que ela esperava. Porque os franceses não estão muito dispostos a aceitar suas ideias. O bom é que lá ela conhece um lindo vizinho (Lucas Bravo), dono de um restaurante. A série é fofa, Paris é linda, e a segunda temporada vem aí…
Você – Netflix
Um charmoso gerente de livraria, Joe Goldberg (Penn Badgley), se envolve com a linda Guinevere Beck (Elizabeth Lail). Só que ele é um tanto obcecado, e a stalkeia todo o tempo, inclusive suas redes sociais. Na segunda temporada, em uma nova cidade, Joe segue o mesmo caminho. E não demora em encontrar uma nova obsessão, chamada Love (Victoria Pedretti). A terceira temporada já foi aprovada.
Black Mirror – Netflix
Black Mirror é uma série de antologia de ficção com cinco temporadas. Explora sensações do mal-estar contemporâneo. Cada episódio conta uma história diferente, traçando uma antologia que mostra o lado negro da vida atrelada à tecnologia.
Madam Secretary – Globoplay
Elizabeth McCord (Tea Leoni) deixou seu cargo na CIA por razões éticas. E agora decide retornar à vida pública a pedido do próprio presidente como Secretária de Estado. O problema é que seu predecessor teve uma morte bem suspeita. As redes sociais tem importância na história especialmente devido às fake news. A série tem seis temporadas.

Younger – Amazon Prime
A série de sete temporadas conta a história de Liza (Sutton Foster). Ela é uma mãe solteira que de repente se encontra de volta no mercado de trabalho. Só que sua idade se tornará um fator de dificuldade. Porém, as coisas mudam quando ela conhece Maggie (Debi Mazar), que acha que ela aparenta ser muito mais jovem do que realmente é.
Eliane Munhoz
Para saber mais sobre filmes e séries acesse blogdehollywood.com.br
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações
sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
Empresa
Pedro Scooby surfa Onda de Cheddar no Méqui

Empresa
Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







