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Zigpay e netPDV se unem para se tornar a maior empresa global de pagamentos no entretenimento

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Zigpay e netPDV se unem para se tornar a maior empresa global de pagamentos no entretenimento
A Zigpay e netPDV anunciam fusão: Zigpay, fintech brasileira especializada em gestão de consumo, que oferece as mais modernas soluções para casas noturnas, bares, restaurantes e eventos do mercado brasileiro, anuncia sua fusão com a netPDV, companhia brasileira pioneira na oferta de soluções em pagamentos cashless para grandes e megaeventos realizados no Brasil, América Latina, Estados Unidos e Europa.

A fusão acontece logo após a recente rodada de investimentos realizada pela fintech, anunciada em agosto de 2021, na qual a Zigpay levantou R﹩ 40 milhões junto a investidores como Edgard e Diogo Corona, da SmartFit, e Ricardo Goldfarb, das Lojas Marisa. “Estamos criando uma companhia que já nasce com o aval de grandes investidores que acreditam no nosso potencial de crescimento”, avalia Nerope Bulgareli, CEO da Zigpay.

Trata-se da maior movimentação dentro do mercado cashless, com a união de duas empresas brasileiras que se complementam e que almejam se consolidar como a maior empresa global de cashless no setor de eventos e entretenimento. “Nossa maior ambição é, além de se tornar a maior empresa do mundo em cashless no entretenimento, oferecer ao usuário final as melhores experiências em seus momentos de diversão”, comenta Bruno Lindoso, CEO da netPDV.

Como se deu a fusão?

As conversas entre Zigpay e netPDV se iniciaram em 2019, quando, em um encontro informal entre os acionistas, descobriu-se que havia uma admiração e respeito mútuo pelo trabalho uma da outra e uma complementariedade de atuação. Nesse momento, surgiu a oportunidade de dois grandes players do mercado cashless se unirem para oferecer uma solução 360º para os clientes e continuar focando no desenvolvimento de novos produtos e soluções e na expansão nacional e internacional.

“Começamos com uma conversa despretensiosa, porém, aos poucos, ficou claro que uma aliança estratégica faria total sentido. Temos valores semelhantes, uma trajetória parecida e os mesmos objetivos de longo prazo. Mesmo em meio a pandemia, as conversas e negociações não pararam e alguns encontros foram suficientes para entender que a fusão seria o melhor para todos. Isso permitirá que a organização planeje seu crescimento de forma exponencial, sendo uma grande estratégia para se diferenciar por meio dessa junção. Agora, o foco é continuar movimentando o setor com nossas soluções 360º, trazendo as melhores experiências para nossos clientes”, diz Nérope Bulgareli, CEO da Zigpay.

Essa fusão é mais uma etapa do movimento de mudança que as duas empresas visam imprimir no Brasil e exterior. A combinação de negócios permitirá que a nova empresa transacione mais de R﹩ 2 bilhões em TPV (volume total transacionado) no próximo ano, intensifique os projetos de expansão global e quadruplique o atual quadro de colaboradores, gerando aproximadamente 200 novos postos de trabalho. Para a efetivação desses projetos, está previsto um investimento de R﹩ 80 milhões até o final de 2022. “Nossa agenda inclui a consolidação das operações no Brasil, onde teremos 13 filiais até o fim de 2021, além de avançar com a expansão global, com a abertura de escritórios em Portugal, México e outros países tanto na Europa como na América Latina”, revela Lindoso.

O board executivo da nova companhia será composto por dois CEOs: Nérope Bulgareli, CEO da Zigpay, e Bruno Lindoso, CEO da netPDV, além dos sócios e diretoria/gerências executivas já designadas para a nova companhia que atuarão com as duas marcas temporariamente, até a definição da nova marca. Essa configuração de gestão permitirá a execução dos planos de expansão no mercado nacional e internacional. “Nosso objetivo com essa fusão é nos diferenciarmos e sermos o maior player global de oferta de soluções para o entretenimento e, para isso, vamos apostar em uma empresa com dois CEOs, um trabalhando em sinergia com o outro”, explica Bulgareli.

De imediato, a nova empresa já nasce com um incremento no portfólio, uma vez que as duas companhias atuam em segmentos diferentes do entretenimento, a Zigpay oferece soluções para restaurantes, bares, casas de shows e eventos, e a netPDV atende a grandes e megaeventos, como Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, Lollapalooza, Rock’in Rio, Oktoberfest Blumenau e muitos outros, de modo que as soluções de uma companhia poderão atender aos clientes da outra e vice e versa, impactando positivamente todo o mercado de entretimento.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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