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Zerezes contrata ex-Coca-Cola e Netflix, Daniel Dränger, como CMO

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A Zerezes, marca de óculos, segue trilhando seu caminho de expansão acelerada para todo Brasil, e anuncia a contratação de Daniel Dränger como novo CMO. Com mais de 17 anos de carreira e reconhecimentos expressivos em premiações nacionais e internacionais, como Cannes Lions, D&AD, Clio Awards, Webby Awards e Effie Awards, o ex-gerente sênior de grandes marcas como Coca-Cola e Netflix, chega com a missão de consolidar o trabalho de posicionamento e construção de marca para garantir uma expansão sustentável do negócio tanto nas praças no Brasil onde a marca ainda não tem presença física quanto no mercado online.

A contratação de Daniel vem de encontro à estratégia de crescimento da marca sem deixar para trás o foco total no consumidor ao redesenhar e desafiar as bases do setor ótico, revolucionado o mercado. A empresa se propõe a transformar a relação das pessoas com seus óculos e sabe da importância do marketing para nutrir essa relação.

“Assumir este papel de liderança dentro da Zerezes é uma oportunidade única que irá me permitir usar todo meu repertório construído em diferentes experiências ao longo da minha carreira para acelerar o crescimento desta love brand que está transformando a forma que as pessoas se relacionam com seus óculos, deixando de ser um acessório funcional e passando a ser algo fundamental para a auto-expressão”, declara o executivo, que iniciou sua carreira em grandes agências como R/GA e DM9DDB, e, em suas passagens pela Coca-Cola e Netflix, se dedicou também ao longo de dez anos ao trabalho criativo e estratégico dentro das marcas e foi responsável por algumas campanhas de sucesso, como a ativação global da Coca-Cola nas Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro, e, para a Netflix, as campanhas premiadas internacionalmente, das suas grandes franquias como Stranger Things e as edições anteriores do festival proprietário da marca, o Tudum.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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