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ZEISS lança no Brasil campanha global de posicionamento de marca

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ZEISS lança no Brasil campanha global de posicionamento de marca
Para ver a beleza de todas as cores, formas e nuances do mundo, é preciso demorar-se nos detalhes e estar atento à poesia que se desenrola diariamente diante dos olhos. Sob essa perspectiva, a alemã ZEISS, referência mundial em tecnologia, lança no Brasil a campanha global Veja o Extraordinário em Toda Parte, que chama atenção para a infinidade de detalhes que nos cercam no dia a dia e convida o telespectador a um olhar novo sobre o mundo em constante mutação, sobretudo nos dias atuais.

Assinada pela agência francesa gyro:paris, a campanha será lançada no Brasil no dia 20 de julho, com filme para TV, mídia out of home e peças para mídias sociais que revelam, por meio de imagens em super zoom, a beleza de cenas e objetos cotidianos, como as pequenas borbulhas de uma xícara de café, tramas dos tecidos e de papel, o colorido das bolhas de sabão, detalhes quase imperceptíveis de alimentos ou ainda o brilho da luz de uma lâmpada, por exemplo. As peças buscam reforçar que essa percepção da riqueza de detalhes, que faz toda a diferença na compreensão de mundo de cada indivíduo, só é possível graças a uma visão clara e precisa – como a proporcionada pelas lentes oftalmológicas e fotográficas da ZEISS.

“A ZEISS é guiada pelo extraordinário em tudo que faz, sempre enxergando além. Por isso, criamos uma campanha global inspirada na atenção do olhar aos detalhes, que conduz as pessoas para além do comum de forma poética. Com imagens belíssimas, fortalecemos o posicionamento mundial da marca como fabricante das melhores lentes, capazes de captar todos os detalhes, e inspiramos nossos consumidores a perceberem a riqueza que os cerca”, ressalta Marcelo Frias, diretor de marketing LATAM da ZEISS.

Concurso Fotográfico
Para marcar o lançamento da nova campanha, a ZEISS promove um concurso fotográfico, aberto ao público em geral. A participação se dá por meio da produção de foto que demonstre, na visão de cada participante, o extraordinário em todos os lugares.

A participação no concurso acontece de 26 de julho a 20 de agosto. Durante esse período, cada pessoa pode participar com quantas fotos autorais desejar, que devem ser postadas no feed de sua conta pessoal (aberta) no Instagram com a hashtag #zeiss_extraordinario. Serão selecionadas as dez melhores fotos (sendo apenas uma por pessoa), considerando os critérios: criatividade, adequação ao tema proposto (foco no extraordinário), composição, equilíbrio das cores, iluminação e impacto visual. O fotógrafo Bob Wolfenson faz parte da comissão julgadora que elegerá ainda a foto vencedora entre as dez finalistas.

No dia 30 de agosto será anunciado o nome do vencedor, que será premiado com uma câmera Sony A 7II com lente ZEISS Batis 40 mm lens, e terá sua foto exposta nas vitrines das lojas licenciadas ZEISS Vision Center de todo o país.

O segundo lugar será eleito por voto popular. As nove fotos selecionadas pelo comitê serão postadas no Instagram oficial da ZEISS ( @zeissvisioncare_brasil) e a foto com o maior número de likes será eleita vencedora. A votação acontece de 31 de agosto a 03 de setembro. O vencedor por voto popular será anunciado no dia 04 de setembro e ganhará uma lente ZEISS Batis 18mm lens.

“O concurso é uma forma de incentivar as pessoas a verem o que há de bom e belo ao seu redor. Ele reforça a mensagem da campanha, que convida os consumidores da marca a enxergarem o belo nos detalhes. Vivemos um momento em que, mais do que nunca, a riqueza de detalhes e a beleza que nos cercam são essenciais para o nosso bem-estar. Transformar o olhar das pessoas faz parte de nossa essência e temos certeza de o concurso fotográfico ajudará a construir uma visão de mundo mais positiva”, conclui Frias.

Confira as regras do concurso fotográfico e o vídeo da campanha no site www.zeissextraordinario.com.br/

FICHA TÉCNICA

• Agency: gyro:paris
• General Manager: Nathaël Duboc
• Creative Director – General Manager: Sébastien Zanini
• Art director: Julien Milan
• Copywriter: Damien Liot
• Commercial Manager: Amélie Ozouf
• Strategic planner: Alexandra Servant
• Account manager: Anne-Laure Ollier
• Account executive: Mathilde Roux
• TV Prod: Valérie Judek
• Production Manager: Lola Brossolet
• Director: Kate Mc Mullen
• Production: Dillinger
• Producer: Fiona Bartel
• Photographer / Chief op: Sylvestre Dedise
• Production Manager: Juliette Gaignault
• Post-production: PAUME
• Post-producer: Tuan Ho
• Sound: Chez Jean
• Link: https://youtu.be/RukyepeGQbU
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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