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Zé Delivery reforça a esperança do hexa apresentando o novo Zé da Seleção Brasileira

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José Macia, o Pepe, José Maria Rodrigues Alves, o Zé Maria, José Roberto Gama de Oliveira, o Bebeto, e José Vítor Roque Júnior, o Roque Jr. O que eles têm em comum? Todos conquistaram o maior torneio de futebol do planeta pela Seleção Brasileira e mostraram que, para o Brasil ser campeão, é preciso Botar o Zé pra Jogo!

E se em todo Mundial que o Brasil ganhou tinha pelo menos um “Zé” em campo, para dar sorte na busca pelo hexa o Zé Delivery convocou Vinicius José Paixão de Oliveira Junior, ou melhor, o Vini “Zé” Jr, como novo embaixador da marca em ação com conceito criativo desenvolvido pela GUT São Paulo, agência global independente.

O atacante da Seleção Canarinho, que vai representar os milhões de Zé’s brasileiros no Catar, é a estrela da campanha lançada nas redes sociais da marca e na TV.

“O Zé Delivery é a cara do Brasil. E tem coisa mais brasileira do que fazer aquela ‘fézinha’ para a nossa Seleção trazer o hexa pra casa? É por isso que transformamos o Vini Jr. no Vini Zé Jr. e #BotamosoZépraJogo. Queremos manter a escrita de que quando tem Zé, o Brasil é campeão. Somos apaixonados por toda a festa do futebol e queremos chamar todo mundo pra entrar nessa com a gente, curtindo, claro, com uma entrega gelada, rápida e no precinho.”, diz Thais Azevedo, CMO do Zé Delivery.

Como um dos principais nomes da nossa Seleção, o craque, em parceria com a marca, fará uma ação em sua rede social e gravará vídeos com mensagens de incentivo para os Zés Lovers, como são conhecidos os fãs da marca, e toda a equipe do Zé Delivery.

“Quando me apresentaram a ideia, achei muito legal e topei na hora, porque é uma honra carregar a história do meu pai, avô e de representar todos os Zés do Brasil. E que a superstição dos Zés campeões seja mantida e possamos trazer o hexa e a alegria para a torcida brasileira”, afirmou Vini Jr.

O filme, criado pela GUT, traz a superstição do brasileiro quando o assunto é futebol e lista os jogadores com “Zé” no nome que foram campeões com a Seleção Brasileira. Em seguida levanta a dúvida: E se você achou que em 2022 não ia ter Zé… A campanha tem Vini (Zé) Jr. como protagonista e fio condutor da ação com mensagens que reforçam a presença de “Zés” em campo todas as vezes que a Seleção foi campeã: Toda vez que o Brasil trouxe a taça pra casa, tinha um Zé pra jogo; Se tem Zé, tem vitória; Bota o Zé pra jogo em casa pra torcer pelo Brasil.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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