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Ypê une esforços no auxílio ao combate à pandemia do coronavírus

Iniciativas envolvem a produção de álcool em gel para distribuição gratuita; doação de sabão para comunidades carentes, além da manutenção do preço desse produto e empenho para garantir o abastecimento do mercado
Para a Ypê, empresa nacional de produtos de limpeza e higiene, o cuidado com a vida de todos os brasileiros pede total atenção. Diante da recomendação das autoridades de saúde para que todos sigam as determinações técnicas para a prevenção do contágio pelo coronavírus, a empresa adotou medidas com o intuito de colaborar com colaboradores, parceiros e sociedade no combate à proliferação do Covid-19.
A primeira delas é a fabricação de álcool em gel, que demandou uma rápida adaptação de suas linhas de produção na matriz, em Amparo (SP), e o apoio de fornecedores. O álcool em gel, de 330g, começou a ser destinado gratuitamente aos seus colaboradores e entidades de saúde, de acordo com as indicações de órgãos de saúde pública. O volume da produção ainda está condicionado ao recebimento de insumos, como o espessante do álcool.
A empresa também realiza doações de sabão em barra para comunidades carentes, de São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ). Em Paraisópolis, zona sul de São Paulo, a distribuição é de 21 toneladas de sabão em barra, o equivalente a mais de 100 mil unidades do produto. Nesse local, vivem aproximadamente 100 mil habitantes, com cerca de 21 mil domicílios.
Estima-se que 1 kg de sabão, entregue para cada família dessa comunidade, seja o suficiente para o consumo em até dois meses. Na comunidade do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, são mais de 125 mil unidades do produto, aproximadamente 25 toneladas de sabão.
Para população em geral, o sabão em barra pode ser um forte aliado na prevenção da transmissão do coronavírus. Ele traz resultado eficaz na limpeza das mãos e superfícies, além de ser acessível e disponível a todos. Com o objetivo de colaborar nesse sentido, a Ypê fará todos os esforços ao seu alcance para continuar garantindo o abastecimento do produto e manterá o preço atual aos supermercados e demais varejistas enquanto perdurar a pandemia, apesar da forte alta no preço dos insumos e dificuldade em obter alguns deles.
Com essas decisões e atenta para adoção das medidas necessárias que preservem a saúde e o bem-estar de seus colaboradores e parceiros, a Ypê espera estar contribuindo no combate ao coronavírus.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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