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Ypê lança a campanha institucional A VIDA PEDE

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A Ypê, empresa brasileira de produtos de limpeza e higiene, inicia uma nova campanha institucional motivada pelo novo agora. Além de criar uma forte conexão entre diferentes públicos, a proposta da Ypê é interagir com seus consumidores trazendo à tona os temas que contextualizam esse momento em que o mundo está passando e o que as pessoas agora buscam. Por isso, a Ypê criou o MOVIMENTO A VIDA PEDE, que segue o mote “O que a vida pede para você?”, que dará voz a influenciadores e consumidores da marca. Tudo isso usando uma única plataforma digital: #avidapede. A campanha foi criada pela AREA.G.

Em levantamento realizado pela Ypê sobre a rotina e as aspirações atuais, as pessoas estão em busca de saúde, qualidade de vida, bem-estar, higiene, propósito e consciência. “A prioridade no momento é cuidar da saúde e higiene, mas além disso está acontecendo uma revisão das crenças e valores na sociedade. Isso somado a uma redefinição sobre sustentabilidade também”, afirma Cesar Nicolau, diretor de marketing da Ypê.

O movimento #avidapede irá mostrar como cada uma das pessoas está vivendo o hoje, que apesar do mundo estar chamando de o novo normal, para a Ypê é o novo agora, já que se trata de um cenário de novos hábitos, novas atitudes, novas formas de comportamento. Os conteúdos terão curadoria da marca, que terá o papel de incentivar a discussão sobre esse novo agora, bem como auxiliar os consumidores nesse momento tão único, reforçando a importância do uso correto dos seus produtos em seus lares no ponto de vista de cuidado, rendimento e sustentabilidade.

A campanha teve início no dia 15/08 no quadro A Vida Pede Ypê no programa É de Casa, que tem como apresentadores André Marques, Patrícia Poeta, Ana Furtado e Cissa Guimarães. No lançamento, foi feito um convite para as pessoas participarem do movimento, que terá Manoel Soares, fundador da Central Única das Favelas (CUFA) e repórter da Globo como embaixador. A campanha ainda conta com a participação especial da apresentadora Ana Maria Braga.

Para participar, as pessoas gravam um vídeo respondendo à pergunta ‘nesse novo agora, o que a vida pede para você”, compartilha em suas redes sociais com a tag #avidapede e @oficialype. Após uma curadoria, o vídeo ficará disponível no site avidapedeype.com.br para visualização do público em geral e, além disso, ainda pode aparecer nas redes sociais da Ypê e no Programa É de Casa. Durante os dois meses da campanha, que se encerra em outubro, Manoel Soares vai mostrar e comentar no matinal É de Casa alguns dos vídeos compartilhados pelo público.

Essa campanha está em sintonia com os valores da Ypê. Ao longo dos 70 anos de atuação, a serem completados neste ano, a companhia sempre priorizou o cuidado, o rendimento, a sustentabilidade e responsabilidade social, fatores primordiais para o desenvolvimento da empresa e de seus produtos.

A campanha terá veiculação nacional, merchandising no É de Casa, ações nas redes sociais da Ypê, além de contínua interação com o público no site avidapedeype.com.br.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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