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WeWork promove WeWork for Good para apoiar organizações em tempos de COVID-19

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A WeWork está promovendo globalmente a iniciativa WeWork for Good, projeto que busca contribuir com espaço de trabalho para organizações sem fins lucrativos e entidades governamentais elegíveis que estejam desempenhando um papel ativo no suporte à saúde pública – sejam elas membros ou não membros da WeWork. Neste momento tão desafiador, a empresa busca apoiar quem está na linha de frente dessa luta, dando um novo propósito aos seus espaços.

Uma das organizações beneficiadas é a Associação Médicos do Mundo, que realiza atendimentos médicos a pessoas em situação de rua e seus animais. “Montamos uma força-tarefa para fazer o pré-diagnóstico e monitorar a disseminação da doença nas ruas, por meio de atendimentos quinzenais com serviço de triagem, enfermaria, farmácia, doações de kits de higiene, máscaras, alimentos, e laboratório com testes rápidos para diversas doenças, explica Carla Strafacci, diretora de comunicação e marketing da associação. Segundo ela, apesar de a organização ainda não ter tido acesso aos testes para COVID-19, cerca de mil pessoas já foram atendidas e aquelas com suspeita de contaminação foram encaminhadas para unidades do SUS.

O BrazilLAB, hub govtech que busca impulsionar a cultura de inovação no setor público brasileiro, e que já era membro da WeWork em São Paulo, também passará a usufruir do benefício da iniciativa. “Para nós, é muito importante apoiar de forma inovadora no enfrentamento da pandemia no Brasil. Por isso, estamos lançando uma força-tarefa que irá capacitar e conectar soluções produzidas por startups ao setor público. São tecnologias na área de saúde, educação, trabalho e digitalização que serão fundamentais para combatermos, conjuntamente, os problemas socioeconômicos trazidos pelo contexto atual”, afirma a fundadora da organização, Letícia Piccolotto.

Para se candidatar à participação na iniciativa WeWork for Good, a organização deve preencher um formulário online disponível no site we.co/weworkforgood, comprovando ser uma ONG ou entidade governamental e explicando de que forma contribui para o combate ao COVID-19. O benefício é válido até o dia 31 de Julho.

Em meio à pandemia, a WeWork busca, também, reconhecer o esforço de diversas empresas cujas atividades são essenciais para a sociedade neste momento de pandemia e de quem se orgulha de contar em sua Comunidade. No Brasil, um exemplo é a Sejunta, membro do WeWork Labs, que desenvolve ações de tecnologia da informação para escolas e oferece formação em educação continuada para professores.

Com a suspensão de aulas presenciais em escolas de todo o país, a Sejunta decidiu apoiar professores que, de uma hora para a outra, tiveram que lidar com o ensino remoto, por meio do Guia do professor para atividades desplugadas, que conta com 323 planos de aula para educação infantil e ensino fundamental I e II. “Adaptamos os nossos materiais para que pudessem ser utilizadas por qualquer professor, sem o uso da tecnologia com a qual trabalhamos”, explica Guilherme Camargo, fundador e CEO da Sejunta. Além disso, a startup disponibilizou gratuitamente seu serviço de agendamento, para que os educadores possam tirar dúvidas sobre como aplicar o conteúdo, novas ideias sobre metodologias, ou até para discutir alguma aula específica. O guia, disponível na bio do instagram da Sejunta, já foi utilizado por pelo menos 520 professores, de cerca de 120 escolas, gerando impacto positivo para mais de 10 mil estudantes.

“Enquanto o mundo navega os desafios e incertezas trazidas pela pandemia do COVID-19, a WeWork reforça o seu compromisso de apoiar suas empresas membro, governos locais e ONGs que estão trabalhando incansavelmente para prover os mais diversos recursos àqueles que precisam”, disse Sandeep Mathrani, CEO global da empresa.

Líder global em espaços de trabalho, com 739 unidades em 140 cidades e 37 países, a WeWork está posicionada de maneira única para abrir as portas a entidades governamentais e ONGs para fornecer-lhes o espaço e recursos de que necessitam para melhor apoiar populações locais durante este período desafiador.

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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

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Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.

No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.

Avon, faz sua mágica

Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

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Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.

O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.

Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.

“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.

A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.

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