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Vans e Warner Bros. revivem clássicos do terror e apresentam a coleção Vans X Horror

Nessa temporada, a Vans em união com a Warner Bros. Consumer Products dão vida às clássicas histórias de terror e apresentam a coleção Vans x Horror. Composta por interpretações dos momentos assustadores da história do cinema em combinação com os icônicos tênis, peças de vestuário e acessórios da Vans, a colaboração desembarca oficialmente no Brasil no dia 26 de Janeiro.
Responsável por criar e eternizar ícones assustadores, a Warner Bros. produz os filmes de terror mais amados há mais de 80 anos. Eles se tornaram o sinônimo de terror — desde as gêmeas aterrorizantes de “O Iluminado” e os personagens diabolicamente possuídos de “O Exorcista” e “Os Garotos Perdidos”, até as mentes maníacas de “Sexta-Feira 13”, “A Hora do Pesadelo” e “IT: A Coisa”.
Reviva os momentos mais assustadores dos clássicos filmes de terror com interpretações gráficas e mensagens escritas no Vans Era com a icônica estampa Checkerboard e balões vermelhos do filme “IT: A Coisa”; enquanto o SK8-Hi recebe o logo de “O Iluminado” estampado repetidamente nos painéis laterais, além do horripilante manuscrito na vira de borracha da silhueta.
A coleção de vestuário de modelagem masculina da colaboração nos transporta para nossas cenas favoritas — para os assustados, nem tanto – de “Sexta-Feira 13”, apresentando moletom estampado com a máscara de hóquei que brilha no escuro e as garras de Freddie Kruger rasgando nossa pochete Ward Crossbody em poliéster.
Para o vestuário de modelagem feminino, é tudo sobre “O Iluminado”. As gêmeas aterrorizantes do longa são apresentadas juntas à impressão do papel de parede vintage em nossa camiseta de manga longa e um par de meias com babados. A coroação desse núcleo é justamente o boné “Vans x The Shining”, finalizado com um laço docemente sinistro e a máxima “Off The Wall” bordada na peça.
Completando os tênis da coleção, a colaboração também conta com variações das silhuetas do Classic Slip-On, Old Skool, Sk8-Hi, Lowland CC e o Style 47 Creeper. As peças de vestuário e acessórios femininos também destacam o moletom com capuz em corte boyfriend de “O Iluminado”, camiseta de algodão e mini mochila de “IT: A Coisa”, enquanto o vestuário masculino entrega o moletom de “Os Garotos Perdidos”, camiseta de manga curta de “O Exorcista”, meias, boné e mochila de “Sexta-feira 13”.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








