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um.a e Pearson Educacional lançam no Brasil a versão ACELERA do programa MDI – Mestre Diversidade Inclusiva

No universo das empresas, a diversidade em seus diversos desdobramentos – étnica, social, religiosa, cultural, etária, de gênero e orientação sexual – tem se constituído como um poderoso valor corporativo para melhorar o clima organizacional, potencializar talentos, provocar inovação e, assim, alavancar os resultados dos negócios.
Os números demonstram essa potencialidade. Um relatório da consultoria McKinsey apontou que empresas que apostam em diversidade de gênero têm probabilidade 15% maior de ter lucratividade do que seus concorrentes. O percentual sobe para 35% quando se inclui a diversidade étnica e cultural. E quando falamos de inovação os números mostram que, ao abraçar as diferenças, uma empresa multiplica em 70% suas chances de ir além e evoluir.
Apesar das perspectivas favoráveis, promover a diversidade nas empresas está longe de ser tarefa fácil. Embora 94% das 500 maiores do país já tenham um programa de diversidade, as iniciativas utilizadas atualmente, por mais relevantes que sejam, não têm se mostrado eficientes para sensibilizar ou engajar colaboradores. O fato de elas se mostrarem simpáticas à causa não basta para transformar a realidade.
É partindo desse cenário que a um.a, em parceria com a Pearson, aproveitando o 9º Fórum online | Inclusão da Diversidade, promovido pela ABRH-SP, de 19 a 21 de outubro de 2021, lança o programa MDI EAD Corp. (Mestre Diversidade Inclusiva on-line). Trata-se de um formato reduzido do Programa MDI, lançado em 2019, cujo objetivo é acelerar a atitude e a ação das pessoas em prol da diversidade e da inclusão.
O programa tem foco no mundo corporativo e oferecerá a empresas de todos os portes e segmentos a possibilidade de usar as lentes da diversidade e da inclusão para enxergar a realidade diversa em que elas estão inseridas. A partir dessa visão clara, será possível criar processos vencedores para atrair e incluir as diferenças no ambiente de trabalho e na estratégia dos negócios.
“As empresas são um retrato da sociedade. O que aprendemos na vida manifestamos no ambiente de trabalho. O contrário também é verdadeiro. As empresas têm um grande poder de transformação social. Quando capacitamos um profissional no mundo corporativo, logo percebemos os benefícios desse treinamento em todas as conexões sociais que ele frequenta. Se pensarmos bem, as empresas, com seus treinamentos, workshops, congressos e tantos outros eventos que compartilham conhecimento, representam as maiores educadoras de adultos e compõem a maior universidade do planeta”, afirma Ronaldo Ferreira, sócio-fundador do programa.
Por isso, é extremamente importante que as empresas se transformem em lugares seguros, para que seus colaboradores possam exercer o direito humano de ser quem eles são. Este é o papel do MDI: despertar a consciência das organizações, respeitando e celebrando as diferenças, para que os colaboradores das empresas de todo o país foquem seus esforços e gastem suas energias em ajudar na construção de um futuro melhor para todos. A Diversidade é o futuro porque tem o poder de potencializar talentos e otimizar recursos.
Com uma carga horária obrigatória de 7 horas, o MDI EAD Corp. está dividido em quatro módulos (Introdução, Cultura Corporativa, Grupos de Identidade e Atitude Inclusiva), criados pela Pearson com a mais moderna metodologia de ensino de adultos. O MDI EAD Corp. traz, ainda, cerca de 6 horas de conteúdo extra, para que os participantes possam escolher e, de maneira opcional, se aprofundar nos temas de maior interesse.
A versão ACELERA do Programa MDI atua a partir da atitude dos colaboradores e colaboradoras das empresas. É a partir de cada pessoa que o Programa provoca a criação de uma cultura mais diversa e inclusiva no mundo corporativo. O MDI mostra que o ser humano é plural, não singular. Que todos ganhamos com a inclusão das diferenças porque a diversidade é vida real. Por isso, independente de fazer parte dos grupos minorizados, somos partes do processo.
O Programa de Capacitação Mestre Diversidade Inclusiva alerta, principalmente a liderança das corporações, de que só é possível surfar nos bons frutos da diversidade se ela estiver presente no dia a dia das empresas. A partir dessa consciência, as pessoas são encorajadas a saírem de suas bolhas. São conectadas e provocadas por diferentes realidades, sendo motivadas de forma mais humanizada a incluir criando mais oportunidades e eliminado privilégios. Tudo isso usando boas práticas, observadas em outras empresas do mercado.
Segundo a Pearson, o objetivo de acelerar o processo de capacitação do programa é o de conseguir mais espaço na concorrida agenda dos gestores das organizações. Com uma carga horária reduzida – mas com acesso livre a vários conteúdos de interesse dos participantes –, a gigante de educação espera ampliar ainda mais a rede de apoio de empresas mais diversas e inclusivas, que estão abrindo caminho e fazendo a diferença no mercado.
Saiba mais sobre o programa de capacitação MDI acessando www.goMDI.com.br. Durante o 9º Fórum | Inclusão da Diversidade, o programa será ofertado com um bônus desconto de R$ 150,00 por participante/aluno.
Agências
Holding Clube apresenta Casa Body Futebol Clube para liderar o debate sobre o futuro do futebol feminino no Brasil

Aproveitando o período de forte mobilização em torno dos gramados, a Holding Clube escolheu o momento ideal para colocar os holofotes sobre uma pauta que demanda cada vez mais protagonismo na indústria: a evolução e o futuro do futebol feminino. Durante a nova edição do All In, evento proprietário do grupo especializado em marketing de experiências, foi anunciado o lançamento da Casa Body Futebol Clube, projeto de live marketing planejado para impactar o mercado durante a realização da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, que terá o Brasil como país-sede.
O projeto nasce como uma extensão direta do B.O.D.Y. (Body Open Defines You), movimento de autoaceitação que celebra a liberdade da mulher. Na prática, a Casa Body Futebol Clube vai se materializar como um hub de convivência para gerar comunidade e dar visibilidade ao papel feminino no esporte. Além da transmissão oficial dos confrontos, o espaço abrigará um cronograma robusto composto por talks, oficinas e atividades interativas. “Eu posso dizer que esse projeto vai ser um dos mais emocionantes da minha vida. O B.O.D.Y. é a materialização de tudo que a gente sempre quis potencializar e agora com o futebol feminino, podemos dar ainda mais palco para todas as mulheres e mostrar o quanto a força feminina importa para o nosso país e pro mundo”, destacou Ju Ferraz ao anunciar a novidade.
Já o All In, plataforma criada para descortinar o ecossistema de projetos e as grandes tendências de entretenimento da Holding Clube para o mercado — responsável por antecipar movimentos como a expansão da carreira internacional da cantora Anitta —, retornou com uma edição de caráter reflexivo. O debate ganha urgência histórica ao lembrar que a prática do futebol foi oficialmente proibida para as mulheres no Brasil por mais de 40 anos.
O potencial comercial e de engajamento do segmento é referendado por dados sólidos de mercado. Em 2025, o futebol feminino registrou um salto de 19% em sua audiência televisiva na comparação anual, conforme aponta a Pesquisa Futebol Feminino 2026 da Globo Ads Insights. Na mesma linha de otimismo econômico, um estudo global da Deloitte posiciona a modalidade entre as três principais frentes geradoras de receita dentro de todo o ecossistema de esportes femininos para os próximos anos.
Ao longo do encontro, os convidados puderam revisitar a autoridade da Holding Clube nesse território de patrocínios e ativações. Por meio da agência Banco_, o grupo soma quase três décadas de atuação dedicada ao desenvolvimento do futebol feminino, posicionando-se na vanguarda do tema muito antes de a pauta figurar no radar do grande mercado de marcas.
O painel de discussões trouxe lideranças de peso para o palco. Gizele Costa, head de projetos da Holding Clube, liderou o painel intitulado “O jogo mudou: futebol feminino, mídia, clubes e atletas na nova era do futebol feminino”. O debate reuniu Gal Barradas e Thiago Januzzi, representantes da comissão organizadora da FIFA Women’s World Cup, ao lado de Claudia Paola Martinez, diretora de marcas e licenças da Centauro. “O público do futebol feminino nos estádios é diferente do masculino, são famílias. É um público mais amplo, mais democrático. E as pesquisas da FIFA mostram que a Copa Feminina é o terceiro evento que mais mobiliza audiência no mundo, empatada com a Eurocopa. A Copa do Brasil tem a capacidade de elevar esse patamar a um nível nunca visto”, analisou Gal Barradas.
Outro momento de destaque foi o painel “Futebol feminino em expansão: o papel das marcas na construção de um novo mercado”, que contou com a participação de Lucca Amorim, gerente de marketing de Guaraná Antarctica na Ambev; Bruno Teixeira, head de comunicação, propósito e marketing de pessoas da Fisia (distribuidora oficial da Nike no Brasil); Sabrina Romero, diretora de marca e comunicação da Vivo; e Jader Damazio, head de criação e planejamento da Holding Clube.
Com mediação conduzida por Tati Oliva, fundadora da Cross Networking, a mesa debateu o poder de transformação social e comercial dos patrocínios de longo prazo. No debate, Lucca Amorim disparou: “O futebol feminino é um movimento, ele transforma, impacta e evolui. E isso é o sonho de qualquer marca, porque tem muito espaço para criar e construir a quatro mãos. Quando a gente entende a história do futebol feminino no Brasil, entende também quais são os gaps e as oportunidades que ainda existem”.
O cronograma completo, as cotas de patrocínio e o local que abrigará a estrutura da Casa Body Futebol Clube serão detalhados gradativamente nos próximos meses por meio dos canais digitais oficiais do projeto.
Agências
Ampfy conquista a conta integrada da BASF Soluções para Agricultura e expande sua atuação no agronegócio nacional

A Ampfy, Advertising Agency pertencente ao ecossistema Biosphera.ntwk, acaba de anunciar a BASF Soluções para Agricultura como a mais nova integrante de sua carteira de clientes. Com o início dos trabalhos estruturado para este primeiro semestre, a agência assume a responsabilidade total pela comunicação integrada do robusto portfólio de soluções agrícolas da multinacional alemã no Brasil. O escopo de trabalho prevê o desenvolvimento de uma abordagem estratégica focada nas demandas reais do produtor rural, costurando inovação tecnológica, sustentabilidade e alta produtividade no campo.
Com uma trajetória que ultrapassa os 150 anos de história global e uma sólida infraestrutura no mercado brasileiro, a BASF Soluções para Agricultura destaca-se pelo protagonismo e por investimentos maciços em pesquisa e desenvolvimento (P&D). O portfólio da companhia reúne tecnologias integradas que combinam sementes de alta performance, sistemas de proteção de cultivos, ferramentas de agricultura digital e insumos biológicos, dando suporte técnico aos agricultores em seus diferentes sistemas produtivos.
A frente de atuação liderada pela Ampfy engloba a gestão de marca (branding), o desenvolvimento de estratégias de conteúdo e a criação de grandes campanhas de produtos. O objetivo principal da parceria é fortalecer o posicionamento institucional da BASF em território nacional e ampliar o canal de conexão com seus diversos públicos estratégicos.
“Escolher a Ampfy como parceira de comunicação integrada para a BASF Soluções para Agricultura no Brasil é um passo importante para gerar valor cada vez mais das nossas marcas e soluções BASF junto ao público. Buscamos uma agência com visão estratégica, capacidade criativa e entendimento profundo do agronegócio, encontramos isso na Ampfy. Estamos confiantes de que essa parceria irá fortalecer nosso posicionamento e traduzir, de forma ainda mais efetiva, o valor das nossas soluções para o campo”, pondera Wellington Ribeiro, gerente de comunicação e marcas Brasil da BASF.
Esta conquista consolida e referenda a expertise da agência no segmento agro, uma bagagem construída ao longo dos anos por meio de entregas para grandes marcas do setor como New Holland, Atto Sementes e Raízen, além de companhias de bens de consumo com forte ligação com o campo, a exemplo de Piracanjuba, Azeite Andorinha e Mitsubishi Motors. A chegada da BASF amplia o raio de ação da Ampfy em um dos motores mais essenciais para a economia brasileira, alinhando-se ao propósito da agência de criar uma comunicação de impacto para marcas que movimentam o país.
“Temos uma trajetória consistente no agronegócio, atuando tanto com empresas diretamente ligadas à produção quanto com marcas que fazem parte desse ecossistema. A BASF chega para fortalecer esse repertório e reforça nosso compromisso de fazer boa comunicação para bons produtos”, conclui Douglas Bocalão, sócio e COO da Ampfy.







