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Uber lança campanha que destaca a liderança da plataforma em medidas de prevenção à COVID-19

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A partir desta semana começa a circular no Brasil uma nova campanha da Uber. O objetivo da iniciativa é reforçar o compromisso da empresa com a segurança de usuários e parceiros durante a pandemia do coronavírus por meio da mensagem principal “sem máscara, sem viagem”.

A campanha, será lançada em canais de mídia paga, redes sociais e canais oficiais da companhia. Além do Brasil, usuários e motoristas parceiros de toda a América Latina também fazem parte do público alvo da divulgação.

A iniciativa busca reforçar o “Padrão Uber de Segurança”, que se estende também às medidas exclusivas e pioneiras tomadas durante a pandemia, como a obrigatoriedade do uso de máscaras, a criação de Centros de Higienização nas principais cidades dos dois países, tecnologia de reconhecimento facial para identificar o uso de máscara junto aos motoristas, o reembolso de itens de higiene e assistência financeira para os parceiros afetados.

Uso de máscara: Para que os motoristas parceiros possam realizar viagens, é necessário que eles passem por um checagem de saúde e segurança que inclui uma selfie que verifica o uso da máscara. Os usuários também passam pelo mesmo checklist antes de solicitar uma viagem, confirmando que estão tomando as precauções devidas, como o uso de máscara, utilização do banco traseiro do carro, manter as janelas abertas para ventilação, além da higienização das mãos com álcool gel.

Centros de Higienização: São Paulo e outras nove capitais do país possuem unidades em operação. O centro permite que em um único local os parceiros façam limpeza dos veículos e das mochilas de entrega – usando um material que é aplicado também na limpeza de UTIs, retirem kits com itens de proteção e higiene (máscara, álcool em gel e desinfetante) e instalem divisórias de PET para proteção adicional nos carros. A fim de evitar filas e aglomerações, todos os serviços requerem agendamento prévio.

Reembolso e assistência financeira: A Uber mantém um fundo de R$ 25 milhões para apoiar motoristas parceiros da Uber e entregadores parceiros do Uber Eats em qualquer lugar do país. A maior parte é dedicada a oferecer uma ajuda financeira aos parceiros que precisam parar de trabalhar por recomendação médica. Os parceiros recebem o equivalente à média dos ganhos que tiveram nos últimos três meses. O mesmo fundo está financiando o reembolso por gastos com álcool em gel e com máscaras. Os parceiros também passaram a ter a opção de utilizar o serviço de orientação médica online, pelo pacote Vale Saúde Sempre, que inclui também descontos em consultas, exames e compra de medicamentos.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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