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Twitch Rivals Brasil dá as boas-vindas à Intel como primeira parceira oficial de marketing

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Twitch, o serviço líder de entretenimento ao vivo, anuncia que Twitch Rivals, o destino nº 1 para o entretenimento competitivo ao vivo, chega ao Brasil em 4 de maio com a Intel como o primeiro Parceiro Oficial de Marketing na região – tornando-se o Processador Oficial do Twitch Rivals. Twitch Rivals é conhecido mundialmente pela comunidade e reúne pró-players, streamers, celebridades e personalidades Twitch competindo em torneios e eventos especiais.

 

Com a parceria, Twitch leva a Intel ao centro da conversa na comunidade gamer, criando experiências de marketing autênticas que ressoam com o público Twitch. Dentro de um formato já amado pelo público gamer no serviço, a Intel chega com o Upgrade of the Day, um momento marcante nos torneios Twitch Rivals em que a marca surpreende os streamers durante o live com um kit da edição especial Intel Core i9, o poderoso processador de marca para quem joga, entregue na casa do participante junto com um kit especial de merchandising Twitch Rivals.

 

“Twitch Rivals é amado pela comunidade de jogadores. A oportunidade para streamers aspiracionais competirem ao lado de seus ídolos e receberem incentivos das marcas participantes torna o formato do torneio único e tem um impacto direto no público. Aproximadamente 39% do público do Twitch não pode ser acessado pela TV tradicional. A Intel acredita na força desse mercado e temos orgulho de colaborar com eles em oportunidades de marketing inovadoras”, explica Philip Chaves, Head de Ad Sales da Twitch no Brasil.

 

A Twitch sempre busca gerar uma experiência segura e positiva para todos que usam o serviço e isso inclui parceiros de marketing. As marcas podem explorar as últimas tendências da mídia e se apresentar a públicos de difícil alcance. Twitch é o lugar onde millennials e a geração Z se reúnem e encontram aqueles em quem confiam.

 

“A Intel está comprometida em promover o futuro do mundo gamer, expandindo constantemente as soluções para esse público tão engajado – seja melhorando a performance dos nossos processadores ou em ações exclusivas. Para nós, ser a primeira empresa patrocinadora da Twitch Rivals no Brasil marca o início de uma parceria que reforça a responsabilidade da Intel em fomentar o ecossistema do e-sports no país”, afirma Giovana Gaiolli, Gerente de Marketing da Intel Brasil. “Essa colaboração com a Twitch, a plataforma de streaming ao vivo mais importante para os gamers, é um marco para as ações futuras da Intel”, complementa.

 

“O contexto onde a marca está inserida ocupará, cada vez mais, o papel de grande protagonista na mediação da conversa entre consumidores e marcas. Para a dentsu mcgarrybowen, que já atua globalmente no território de games com muita propriedade, poder colocar Intel – que dispensa apresentações junto aos  amantes dos jogos em um programa como o Twitch Rivals, não só enriquece o conteúdo dos eventos, como aumenta a relevância de ambas as marcas”, explica Gabriel Monteiro, gerente de negócios da dentsu mcgarrybowen.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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