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TudoGostoso relança APP com branded channel

O TudoGostoso, maior vertical de culinária da América Latina com 44 milhões de usuários únicos, está lançando a nova versão de seu aplicativo dentro do pacote de comemorações de seus 15 anos. A versão original, lançada em 2012, vem evoluindo desde então e no novo formato apresenta um Branded Channel com um hub de receitas destacado na home com matérias e vídeos em volta de temas, datas especiais e lançamentos etc, com oportunidades para que anunciantes coloquem mídia display, produtos e links, além de vídeos patrocinados. Chloé de Trogoff, diretora da Webedia Food, unidade responsável por negócios no segmento de alimentação da multinacional de conteúdo e mídia, afirma que a novidade permite uma sinergia ainda maior do app com o vertical e sua versão mobile. “Desta forma podemos criar histórias 360º juntando as três plataformas, criando um impacto incrível para as marcas”, afirma a executiva. A expectativa é de que as novidades aumentem os downloads em 10% a 20%.
Chloé de Trogoff afirma que todas as mudanças foram pautadas em cima de mensagens com sugestões e demandas da comunidade de usuários, com toda a tecnologia sendo desenvolvida pelo engenheiros de software na matriz francesa. “O app do TudoGostoso reúne os brand lovers do nosso site, uma audiência extremamente qualificada dentro da maior comunidade de foodies do Brasil. É uma plataforma simples de uso que tem como missão ajudar os usuários e inspirá-los na cozinha”, afirma. A média de idade dos usuários do app mostra um público mais jovem do que no site. “Isso revela um grande potencial de impacto para marcas que queiram trabalhar seu branding com a comunidade TudoGostoso.”, afirma a diretora da Webedia Food. “O app foi primeiramente pensando como um catálogo com as receitas queridinhas do nossos usuários. Temos certeza que as novidades vão cativar nosso público e tornar o ambiente ainda mais próspero para a interação com marcas”, conclui Chloé de Trogoff.
Sobre o TudoGostoso – Maior comunidade de culinária do país e o site que mais entrega receitas para os internautas nos buscadores de internet. Todas as receitas são enviadas, testadas e comentadas pelos próprios usuários. Com fotos, modo de preparo e lista de ingredientes, o site tem mais de 195 mil receitas para os diversos paladares, enviadas por mais de 9 milhões de usuários cadastrados. O vertical consolida sua posição como líder em audiência na categoria Lifestyle do Google Analytics, com mais de 44MM de usuários únicos. No Facebook, o TDG possui mais de 7,7 milhões de fãs e mais de 101 milhões de impressões, além de 758 mil inscritos no Youtube.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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