Empresa
Tramontina e W3haus convidam o consumidor a experimentar o Efeito Tramontina na cozinha

Com uma nova estratégia de marca, Tramontina apresenta campanha que unifica a comunicação de diversos itens para criar uma frente única para Utilidades Domésticas (UD). Para essa atual fase, a empresa escolheu a W3haus, agência do ecossistema Haus do Grupo Stefanini e parceira há mais de 20 anos, para assumir mais essa área. Com início agora em março, a ação sob o mote “Efeito Tramontina. Já experimentou?”convida os consumidores a terem novas experiências e encontrarem ajuda com o uso dos milhares produtos da marca para suas vivências domésticas.
A partir de social listening, a W3haus explorou a oportunidade de dialogar e interagir mais com os consumidores que precisam de apoio para testar pela primeira vez seus produtos, seja com uma nova receita, com um preparo diferente de um prato, uma organização e, por fim, mostrar como isso pode impulsionar novos hábitos e hobbies.
“Viver coisas novas é uma ótima maneira de expandir seus horizontes, descobrir novas paixões e aprender outras habilidades sobre si mesmo. Essa atitude pode incentivar o nosso dia a dia, e pode levar a descobertas e melhorias em nossa vida. Uma nova panela, por exemplo, pode despertar o interesse de cozinhar mais. Foi essa ideia que quisemos trazer para Tramontina e mostrar como a empresa é parceira nestes momentos”, comenta Clarissa Barreto, diretora de criação na W3haus. “Estamos animados com esse novo trabalho com a marca. São milhares de produtos que estarão conectados neste segmento de UD e que poderemos explorar”, completa.
Para “Efeito Tramontina. Já experimentou?”, o trabalho contará com diversos conteúdos, incluindo peças digitais e filmes, iniciando com o filme sobre a nova frente da marca e o conceito da ação, seguido por spin-offs focados nos itens antiaderentes, inox, facas e para churrasco. A campanha será uma iniciativa multicanal que visa cobrir diferentes plataformas e mídias, com foco em expandir o público-alvo usando dados e navegação personalizados. Além disso, o projeto conta a participação de influenciadores como Mohamad Hindi (@mohindi), Trisha Guimarães (@acasacomoelae), Bia Araújo (@bia_araujobs), Rodrigo Bueno (@bbqbueno), Patricio Carvalho (@patriciocarvalho21), que irão potencializar as conversas nas redes sociais.
Segundo Rosane Mesturini Fantinelli, diretora de marketing corporativo da Tramontina, a nova ação é mais um movimento a fim de conectar a marca com diferentes públicos e dar visibilidade ao amplo portfólio de produtos da marca. “Hoje podemos dizer que somos uma empresa centenária que respeita o passado, mas conectada com o presente e preparada para o futuro. Seguimos nos renovando, respondendo às demandas dos consumidores e ditando tendências. A partir da criação da frente de comunicação focada em Utilidades Domésticas, queremos inspirar mais pessoas a conhecerem a infinidade de soluções oferecidas pela Tramontina e convidá-las a experimentar com a garantia de qualidade e segurança que nossos produtos oferecem”, completa Rosane.
Empresa
Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
Empresa
BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








