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“Trago verdades” é nova campanha de Brastemp com foco em lava-louças

A Brastemp, marca sinônimo de qualidade presente na maioria dos lares brasileiros, lança nova campanha de lava-louças em conexão com o cenário vivido pelos seus consumidores. Partindo do conceito “Cansei de Louça Suja”, abraçado pela marca no começo do ano, a Brastemp ressalta em sua nova campanha quais são as desculpas mais utilizadas na hora de escapar da “nada agradável” tarefa de encarar uma pia cheia de louça suja. A campanha irá desmistificar, de maneira leve e divertida, as dúvidas que cercam o universo do lava-louças com a campanha “Trago verdades”.
Criada pela agência BFerraz Retail, empresa da B&Partners.co, a nova campanha quer se aprofundar sobre os benefícios do produto, desmistificando alguns mitos e inseguranças do consumidor, como: “Lava direito panelas e travessas?”, “Pode colocar taça de vinho?” e “Gasta muita água? E se tiver pouca louça?”, trazendo as verdades da lava-louças com muito humor.
A campanha se inicia com um vídeo divertido onde o influenciador @vitordicastro, do canal Deboche Astral, aborda o comportamento de cada signo quando o assunto é, literalmente, colocar a mão na esponja e encarar a louça suja. Além da brincadeira, ao longo do mês de maio, um time de Influenciadores vai abordar um território diferente a cada semana e ,por meio de suas próprias rotinas, trazem a solução com a lava-louças Brastemp. O time é composto por: @vitordicastro, @leosemfiltro, @ademaravilha, @luhsicchierolli, @caroleasquadrigemeas, @chefraquelnovais e @pensandoaocontrario.
Como mensagem final, a Brastemp quer quebrar todos os mitos de se ter uma lava-louças, garantindo para o consumidor a oportunidade de descansar ou assistir um filme enquanto a máquina faz o serviço, sem que ele precise se preocupar com qualquer detalhe.
Para Frederico Silverio, Gerente Sênior da Whirlpool, detentora da marca Brastemp, o tempo despendido em casa tem mudado a relação dos consumidores com as tarefas domésticas – e lavar a louça é uma das que está no topo do incômodo diário.
“O consumidor brasileiro está atrás de praticidade, já que a rotina da casa foi intensificada desde o início do isolamento social. Nesse cenário, a lava-louças é uma grande aliada na economia de tempo daqueles que precisam otimizar as tarefas domésticas e continuar dando conta da rotina. Por isso, acreditamos que com essa campanha vamos ajudá-los a desmistificar o uso da lava-louças, facilitando a vida dos nossos consumidores”, comenta o executivo.
“Buscamos inspiração em uma linguagem memética e popular que já estivesse inserida no cotidiano das pessoas para ser o fio condutor desta fase. ‘Trago Verdades’ vem como uma chamada criativa que ao invés de mostrar o lado ruim (mito) valoriza o imaginário coletivo do ato de lavar louça” acrescenta Enricco Benetti, CCO & Partner da BFerraz
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








