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TRACK é a nova agência da Care Plus e Dental Prime

A agência será responsável pelo planejamento estratégico do escopo de branding e operação das ações de marketing das marcas brasileiras do Grupo Bupa
Atenta às mudanças e tendências do mercado, a Care Plus, operadora líder no segmento empresarial de plano de saúde premium, escolheu a agência TRACK para planejar e implementar o novo posicionamento da marca em 2020. A operadora brasileira e a clínica odontológica, controladas pelo grupo Britânico Bupa, são atualmente responsáveis pelo atendimento de 1.000 empresas no Brasil com mais de 100 mil beneficiários no último ano, respectivamente.
Com uma estratégia de atendimento diferenciado e acolhedor, em 2019 a Care Plus apresentou bons resultados, conquistando um crescimento de 15% e 2020 não deve ser diferente. Com a perspectiva de retomada de crescimento da economia brasileira, a empresa de saúde pretende investir fortemente em um plano de ampliação da sua rede própria de clínicas odontológicas, a Dental Prime, além da reformulação do plano de marketing da marca Care Plus.
Diante desse novo cenário, o grupo Care Plus entregou para a TRACK o desafio de atuar na gestão das estratégias de branding das duas marcas, Care Plus e Dental Prime. Especializada em publicidade para o setor da saúde, a TRACK assumirá o desafio de expandir a visibilidade digital de ambas as marcas, colocando em destaque suas fortalezas dentro dos segmentos de atuação.
Mesmo muito bem posicionado como uma operadora médico premium, um dos maiores desafios da Care Plus tem sido promover e gerar visibilidade para a marca dentro dos seus principais segmentos de atuação, como tecnologia, comunicação, financeiro e advocacia. Pensando nisso, a TRACK tem trabalhado em uma estratégia de conteúdo digital segmentado e relevante, que abra oportunidades de diálogo por meio de um conteúdo rico e relevante.
Para Vivian Bennett, diretora de marketing da Care Plus, o grande diferencial da operadora sempre foi o olhar humano da companhia sobre os beneficiários em busca de oferecer a melhor experiência.
“Em um mercado as vezes carente de atendimentos mais humanizados, nós da Care Plus sempre buscamos oferecer diferenciais que tornem a interação com o nosso cliente uma experiência única e acolhedora, por isso, nos preocupamos em ressaltar isso ainda mais em nossas comunicações. Acreditamos que, com o apoio da TRACK, conseguiremos mostrar por que algumas das melhores empresas para se trabalhar escolheram a Care Plus para ser o plano de saúde dos seus colaboradores”.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








