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TNT Energy Drink patrocina pelo segundo ano a SoulCode, edtech de inclusão digital

Após um ano de muito sucesso, com 300 alunos formados e mais de 90% deles já trabalhando na área, a TNT Energy Drink acaba de confirmar o patrocínio para as turmas de 2022 dos cursos de programação da SoulCode Academy, edtech brasileira que tem como principal propósito a educação tecnológica. Com quatro meses de duração e envolvendo metodologia própria, os cursos da instituição têm 800 horas/aula divididas no tripé soft skills, hard skills e inglês. Eles são 100% gratuitos e estão disponíveis para pessoas de todo o Brasil.
Dentro do grupo de novos profissionais de tecnologia formados em 2021, o cenário é de diversidade e inclusão para o mercado de trabalho: cerca de 52% que se formaram são mulheres e 49% são autodeclarados negros ou pardos. Além disso, a alta empregabilidade dos formandos reflete a crescente demanda por profissionais da tecnologia. Das 300 pessoas formadas, 290 já estão empregadas com uma renda média mensal de R$ 3 mil.
Para Nayla Mota, aluna da SoulCode e atual contratada do Grupo Petrópolis para a área de análise de sistemas da companhia, a formação pela SoulCode trouxe não apenas uma nova carreira na área de tecnologia, mas principalmente muito conhecimento e a possibilidade de começar uma nova etapa de vida, graças a todos os softskills que o curso forneceu. “Quando recebi a oferta do Grupo Petrópolis pensei: Agora eu tenho um emprego na área de tecnologia e isso mudou minha vida! Graças a TNT e a SoulCode hoje eu posso dizer que tenho uma carreira na área de TI”, conta Nayla. Ela faz parte do grupo de 300 pessoas que se formaram, em 2021, nos cursos gratuitos de capacitação em programação.
Atenta à alta demanda na área de tecnologia e ao consequente cenário de oportunidades, a TNT Energy Drink incluiu, no ano passado, a tecnologia como um dos pilares da marca. Com isso, passou a investir em parcerias no setor para levar formação de qualidade a quem precisa e não tem condições de arcar com os custos, contribuindo assim com educação social, inclusão digital e conhecimento para inserção no mercado de trabalho.
“Quando analisamos o mercado, todas as empresas estão buscando inovação. E inovação só existe quando ela tem um caldeirão de diversidade. Quando fazemos o nosso processo de seleção, naturalmente selecionamos mais de 50% mulheres, pretos, pretas e pessoas com mais de 50 anos. Dessa forma apoiamos as empresas a alavancar o ESG no Brasil, aplicando os 5 pilares de Tech For Good, que irão transformar o mundo, são eles Educação, Saúde, diversidade, longevidade e sustentabilidade”, destacou Carmela Borst, co-founder e conselheira da SoulCode Academy.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







