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TIM anuncia smartphones por R$ 899 em nova campanha com IZA

A pandemia acelerou a demanda por conexões de qualidade. Nesse contexto, celulares de alta performance foram além do status de objeto de desejo e se tornaram uma necessidade. Por isso, a primeira campanha de 2021 da TIM é focada em ofertas de smartphone. Em filme para a TV estrelado pela cantora IZA, a operadora destaca modelos como o LG K52, o Samsung Galaxy A12 e o Moto G 5G com descontos especiais. A ação foi desenvolvida pela HavasPlus.
“Estamos retomando a comunicação de aparelhos, justamente por conta da maior demanda por conectividade, com as pessoas trabalhando e estudando remotamente, falando por chamada de vídeo com a família e amigos… Um smartphone moderno potencializa a experiência de uso, principalmente na TIM, que oferece a maior e melhor cobertura 4G do Brasil, atributos já destacados pela IZA na nossa última campanha de 2020, focada na qualidade de rede”, explica Ana Paula Castello Branco, Diretora de Advertising & Brand Management da TIM.
O filme para TV e demais peças publicitárias seguem o mesmo conceito da campanha lançada em dezembro do ano passado, com fachos de luz que fazem alusão ao poder da rede da TIM. Na nova ação, eles iluminam os smartphones em oferta, enquanto a locução ressalta que só na operadora os consumidores encontram “aparelhos de última geração com descontos incríveis, além de planos cheios de vantagens”, com muitas possibilidades. A ação tem plano de mídia 360º, com presença na TV aberta, OOH e digital, além de material nos pontos de vendas.
“Mais uma vez temos a IZA como porta-voz da TIM, agora falando sobre as ofertas incríveis de aparelhos. Com o mesmo efeito visual da campanha anterior, sobre cobertura de rede, expandimos esse contexto para as inúmeras possibilidades que a TIM oferece em smartphones também”, comenta Alexandre Vilela (Xã), CCO da HavasPlus.
Os descontos
O Moto G 5G sai por R$ 899 no plano TIM Black Família 100GB, com desconto de R$ 1.900. Recém-chegado ao mercado, o aparelho é compatível com a tecnologia 5G , além de contar com câmera tripla, tela Max Vizion HDR10 de 6.7” e armazenamento de 128GB. Já o Samsung Galaxy A12 sai de R$1.799 para R$ 899 no TIM Black 25GB. O smartphone conta com câmera de 48MP, display Infinity-Vde 6,5 polegadas e memória RAM de 4GB. Outra opção é o LG K52, com tela infinita de 6.55”, armazenamento de 64GB e bateria de longa duração, que baixou de R$ 1.499 para R$ 899 nos planos TIM Controle. As ofertas são válidas até 22 de março e os clientes podem parcelar a compra em até 18 vezes sem juros nos cartões de crédito do C6 Bank.
“Mais uma vez, estamos trazendo descontos expressivos para os clientes adquirirem alguns dos principais smartphones do mercado. Nosso objetivo é proporcionar uma experiência ainda melhor para os usuários, possibilitando que eles tenham o modelo ideal para aproveitar todos os recursos dos nossos planos e da rede da TIM, que tem a maior e melhor cobertura do Brasil”, destaca João Stricker, Head de Marketing Consumer e SMB da TIM.
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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.
As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.
“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.
Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.
A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.
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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.
A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.
O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.
A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.
Ajuste estratégico e eficiência operacional
A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.
“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.
Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.
A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.
Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.








