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Ticket vai distribuir cupons de desconto em refeições para apoiar estabelecimentos prejudicados pela crise

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A Ticket, marca de benefícios de refeição e alimentação da Edenred Brasil, está lançando uma campanha nacional com o objetivo de ampliar o fluxo de vendas em comércios do segmento de refeição. A campanha colocará, a partir de 22 de julho, R$ 2,5 milhões em circulação. O valor será distribuído via plataforma Uber Eats, por meio da emissão de vouchers de desconto inteiramente financiados pela Ticket. O socorro é proveniente do More Than Ever, um fundo global criado pela Edenred, controladora da Ticket, para mitigar as consequências da crise provocada pela pandemia de Covid-19.

“Enfrentamos um momento de grandes desafios, que se apresentam de modos diferentes para empresas de distintos segmentos e portes. Os estabelecimentos de refeição têm sofrido grandemente o impacto provocado pela necessidade de isolamento social. Para viabilizar e simplificar nossas doações, estabelecemos uma parceria com o Uber Eats, plataforma pela qual os vouchers serão transacionados. Com isso, conseguimos também garantir capilaridade na distribuição dos recursos e multiplicar os benefícios, uma vez que a dinâmica também favorece os trabalhadores, que podem ter um desconto de até 50% em refeições, mas principalmente os restaurantes que receberão os pedidos”, destaca Felipe Gomes, Diretor-Geral da Ticket.

Por meio da campanha, usuários do Ticket Restaurante que realizarem pedidos no Uber Eats com valor igual ou superior a R$ 50 receberão um voucher de desconto no valor de R$ 25 para consumo nos restaurantes da plataforma. Os cupons serão totalmente custeados pela Ticket, por meio do fundo More Than Ever.

Por meio da campanha, a Ticket coloca em prática uma de suas missões: melhorar a qualidade de vida das pessoas por meio da promoção do bem-estar e de práticas alimentares saudáveis e da contribuição para o desenvolvimento local. “A campanha gera um ciclo positivo que beneficia tanto trabalhadores como os comerciantes, que recebem os pedidos. Os estabelecimentos do setor precisaram se reinventar neste contexto de crise, por meio da adoção de novos mecanismos e estratégias, como o ingresso nas plataformas de delivery. Neste movimento, todos são beneficiados”, reforça Gomes.

Para ajudar a divulgar os estabelecimentos em operação no Uber Eats, a Ticket também está estimulando os 7 milhões de usuários de seus cartões a marcar seus restaurantes preferidos nas redes sociais com as hashtags #apoioaocomerciolocal e #seuapoiomudatudo. A fanpage da marca no Facebook conta com mais de 1,1 milhão de seguidores e alcança 12 milhões de usuários por mês. O Blog da Ticket, por sua vez, conta com aproximadamente 167 mil seguidores inscritos e alcança um público de quase 3,5 milhões de pessoas.

A Ticket é a única empresa do setor de benefícios de refeição, no Brasil, presente no Uber Eats. A parceria se iniciou em novembro de 2019, após lançamentos bem-sucedidos na França e na Bélgica.

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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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