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Teleeventos celebra 25 anos com novo escritório e comemoração em alto-mar

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A Teleeventos, empresa referência em RSVP e credenciamento para eventos e Central de Atendimento para Ações Promocionais, completa 25 anos de trajetória em 2025 com uma série de celebrações memoráveis. Fundada em 2000 por Sueli Dias, a marca se consolidou como uma das principais do segmento, reconhecida pela qualidade e excelência no atendimento a clientes de peso como Vivo,  Porto, Nestlé, Braskem, Allianz e Magalu. Agora, a empresa marca o ano com dois grandes marcos: a inauguração de um novo escritório e uma celebração especial em um cruzeiro de luxo.

Após duas décadas no mesmo endereço, a Teleeventos abre as portas de sua nova sede na Zona Sul de São Paulo. O espaço, descrito como moderno, integrado e dinâmico, reflete o espírito da empresa: inovador e acolhedor. Mais do que uma mudança física, a nova sede simboliza a evolução e o compromisso com colaboradores, clientes e visitantes.

“Ao olhar para trás, vejo 25 anos de muito aprendizado e crescimento. Parece muito tempo, mas, ao pensar no que ainda temos para conquistar, parece pouco. Essa nova casa é só o começo de uma nova fase para a Teleeventos,” celebra Sueli Dias.

Resultados expressivos

O ano de 2024 foi marcado por resultados expressivos para a Teleeventos. A empresa realizou mais de 650 credenciamentos e impactou 230 mil pessoas , garantindo a organização impecável de eventos para milhares de convidados. Grandes marcas reforçaram a confiança no trabalho da Teleeventos, que segue expandindo sua atuação no mercado corporativo e de eventos.

Para celebrar os 25 anos da empresa, Sueli e sua equipe embarcarão em dezembro no Costa Pacifica, um cruzeiro que promete ser inesquecível. O roteiro inclui destinos paradisíacos como Búzios, Santa Catarina e Ilhabela, proporcionando momentos de celebração, união e reconhecimento pelos anos de dedicação.

“Pessoalmente, cuidei de cada detalhe dessa celebração porque é muito mais do que um marco – é um momento de agradecer à equipe e aos clientes que fizeram parte dessa jornada. Já estou sonhando com os próximos aniversários: 30, 40, 50 anos”, comenta Sueli.

Desafios e conquistas

De um escritório improvisado no quarto de casa à consolidação como líder no segmento de RSVP e credenciamento, a história da Teleeventos é marcada por resiliência, inovação e paixão pelo trabalho. E, segundo Sueli Dias, a trajetória está apenas começando.

Com uma nova casa, uma equipe engajada e o olhar voltado para o futuro, a Teleeventos comemora 25 anos com o mesmo entusiasmo de quem sabe que o melhor ainda está por vir.

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Nissin promove “Batalha de Sabores” para disputar a preferência do consumidor em campanha multiplataforma

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A Nissin Foods do Brasil acaba de lançar a “Batalha de Sabores”, uma ofensiva estratégica de marketing que coloca frente a frente três de seus produtos mais icônicos na versão Galinha Caipira: Nissin Lámen, Cup Noodles e Nissin Yakissoba U.F.O.. A iniciativa visa não apenas ampliar a visibilidade e a penetração do portfólio, mas também reforçar a lembrança de marca ao convidar o público a eleger qual formato do sabor favorito dos brasileiros merece o título de líder.

A narrativa da campanha utiliza o storytelling por meio dos personagens das marcas para destacar os atributos competitivos de cada item. Enquanto o Nissin Lámen foca na versatilidade do preparo caseiro, o Cup Noodles destaca a praticidade do consumo on-the-go e o Nissin Yakissoba U.F.O. aposta na intensidade de sabor como seu principal diferencial.

A partir do dia 23 de fevereiro, a estratégia de live marketing digital entra em uma fase de “modo invasão” nos perfis oficiais @nissinbrasil e @cupnoodlesbrasil. A dinâmica prevê que os personagens batalhem entre si em uma série de conteúdos interativos, contando ainda com o reforço de um time de influencers para gerar proximidade e conversas com a audiência.

“Sabemos que Galinha Caipira é o sabor preferido dos brasileiros. Com a Batalha de Sabores, mostramos como cada produto entrega uma experiência diferente dentro do universo dos macarrões instantâneos e convidamos o público a escolher o seu favorito”, explica Ana Fossati, gerente de marketing da Nissin Foods do Brasil.

Para Ricardo Dolla, Chief Creative Officer da Dentsu Creative, a ação eleva um conceito tradicional da marca a um novo patamar de execução. “A Batalha de Sabores é um clássico do universo Nissin. Só que, desta vez, não ficamos apenas no sabor. Acrescentamos novas texturas à disputa, cruzando linguagens e códigos para deixar a comunicação tão irresistível quanto o produto”, afirma o executivo.

Com veiculação prevista até o dia 15 de março, a campanha marca presença em um ecossistema digital robusto, englobando Facebook, Instagram, TikTok, YouTube, Twitch e Kwai, garantindo que a disputa atinja diferentes perfis de consumidores em seus respectivos ambientes de lazer e entretenimento digital.

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Smartphones não precisam ouvir conversas para prever desejos, aponta especialista em dados

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Uma cena recorrente no cotidiano digital alimenta uma das maiores teorias da conspiração da atualidade: após uma conversa em voz alta, sem qualquer busca ativa, o usuário é impactado por um anúncio sobre o exato tema discutido. A sensação de vigilância é real e confirmada por estudos, como o da Universidade de Amsterdã, que aponta que a falta de compreensão sobre a coleta de dados gera especulações sobre uma possível “escuta” via microfone. No entanto, para especialistas do setor, a realidade tecnológica é ainda mais sofisticada — e menos cinematográfica.

Caio Motta, cofundador da Elementar Digital e especialista em marketing de performance, afirma que as plataformas não precisam do áudio para serem precisas. “Trabalho há mais de uma década com marketing de performance e dados. Posso afirmar com segurança que as plataformas não precisam do seu microfone porque elas têm algo muito mais poderoso”, explica. O segredo reside no machine learning e na capacidade de predição de gigantes como Google e Meta, que analisam múltiplas camadas de comportamento para antecipar desejos.

A engenharia por trás da “coincidência”

O rastreamento vai muito além do histórico de buscas. Envolve uma cadeia de correlação que inclui o endereço IP, conexões Wi-Fi e o comportamento de pessoas próximas. “Se sua esposa pesquisou colchões, o algoritmo sabe que vocês dividem o mesmo endereço e estão relacionados. Não precisa de microfone para conectar esses pontos”, pontua Motta.

Soma-se a isso o compartilhamento de dados offline. O tradicional CPF informado na farmácia em troca de descontos conecta compras físicas ao perfil digital. Assim, a compra de um suplemento na terça-feira pode disparar, na quinta, anúncios de roupas de ginástica ou aplicativos de exercícios, criando a ilusão de que o celular “ouviu” um plano de treino.

O viés de confirmação e o mercado de R$ 38 bilhões

O fenômeno psicológico conhecido como viés de confirmação completa a experiência. Em meio a centenas de anúncios ignorados diariamente, o cérebro registra apenas aquele que coincide com uma conversa recente, descartando os “erros” do algoritmo.

Esse ecossistema move cifras bilionárias. No Brasil, o investimento em publicidade digital atingiu R$ 37,9 bilhões em 2024, segundo o Digital AdSpend 2025 do IAB Brasil. “Esse dinheiro não se sustenta em conspiração, se sustenta em resultado mensurável”, ressalta o executivo. Para ele, embora a personalização ajude pequenas empresas e facilite a descoberta de produtos, ela exige vigilância ética contra práticas discriminatórias de segmentação.

Literacia digital e privacidade

Motta destaca que o maior risco à privacidade muitas vezes não vem das grandes empresas auditadas e sujeitas à LGPD, mas de aplicativos menores e data brokers obscuros que solicitam permissões abusivas. A recomendação para quem busca limitar o rastreamento inclui o uso de navegadores focados em privacidade, como o Brave Browser, e a revisão constante de permissões de aplicativos.

“Entender como a publicidade digital funciona virou alfabetização básica para qualquer pessoa conectada”, finaliza Caio Motta. “É uma realidade muito menos cinematográfica, mas, mesmo sem ouvir, os algoritmos sabem muito sobre você e fazem isso com o seu consentimento, escondido naqueles termos de uso que ninguém lê”.

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