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TCL anuncia linha TVs QLED para mercado brasileiro

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A TLC realizou seu evento anual, em versão online, para anunciar os lançamentos do ano para o mercado brasileiro. O TCL Now foi transmitido pelas redes sociais da marca com grande destaque para a linha de TVs QLED, inédita no Brasil, com dois modelos: 4K C715 e 8K X915. Marca líder global em Android TVs, a TCL ampliou, ainda, o portfólio da categoria com um novo produto Ultra HD, a TCL 4K P715 UHD. Aproveitando o encontro, a empresa aproveitou e antecipou as novidades que chegarão em breve na categoria de ar-condicionado e de soundbar, que inclui o modelo TCL 9 Series Ray Danz, premiada internacionalmente na IFA 2020.

Na ocasião, a TCL apresenta, ainda, a versão brasileira de seu site de marca, que segue os mesmos moldes do global. O projeto otimiza o user experience (UX) e apresenta todos os assets da marca e sua diversidade de portfólio. Os usuários podem comparar produtos, verificar as funções e a disponibilidade de estoque e preço do varejo, visualizar o produto em 3D, além de calcular a distância ideal da TV para o sofá, de acordo com a metragem do ambiente onde pretende instalar o produto,

O TLC Now reuniu as lideranças da SEMP TCL no Brasil e foi apresentado pelo jornalista especialista em tecnologia Leonardo Rocha. Os embaixadores da empresa também fizeram participações muito especiais: Gabriel Medina conduziu o evento ao lado do apresentador e Tatiana Weston-Webb, Sophia Medina, Ryan Kainalo e Rodrygo Goes interagiram e atestaram a qualidade dos novos produtos de forma virtual. A noite foi encerrada com uma participação divertida do Canarinho, mascote oficial da seleção brasileira de futebol.

Em função do atual momento global de atenção com a pandemia da COVID-19, o evento ocorreu, pela primeira vez, de forma virtual. “O sucesso do evento celebra o propósito da marca de oferecer tecnologia de última geração para tornar a vida dos nossos consumidores mais inteligente e criativa. Com apoio do nosso squad de embaixadores e dos casais mais conectados da internet, como Camila Queiroz e Klebber Toledo, e os tiktokers, Agatha Moreira e Rodrigo Simas, conseguimos atrair a atenção de milhares de internautas, comunicar nossos lançamentos de forma leve e divertida, e ao final, lançamos um desafio para continuar espalhando essa energia e empatia da marca com público jovem nas redes sociais”, comemora Patricia Vital, head de marketing da SEMP TCL.

Os executivos apresentaram a estratégia da companhia e enalteceram o momento para trazer a linha QLED para o Brasil. “A TCL faz parte da Aliança QLED desde 2014 e já tem o domínio no desenvolvimento de produtos com a tecnologia de pontos quânticos. Estamos empolgados por finalmente trazer esta categoria para o Brasil, um mercado muito estratégico e importante para a TCL, notadamente apaixonado por TVs de alta tecnologia. Temos certeza de que os consumidores irão se surpreender com a qualidade de imagem, som e conexão que os novos modelos proporcionam”, afirmou João Rezende, head de produtos de áudio e vídeo da SEMP TCL.

A família de TVs TCL QLED levará os consumidores para uma experiência além da imaginação. É composta pela Série C715, um modelo 4K e principal aposta da TCL para o mercado nacional, e pela surpreendente Série X915, com qualidade 8K. A tecnologia QLED promove aproximadamente 100% de resolução de cores ultra altas em mais de um bilhão de cores, com nuances mais vibrantes e diversas. Já a excelente qualidade do áudio enriquecida pela a tecnologia Dolby Atmos® encanta e aumenta a conexão do público com o que está em exibição na tela.

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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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