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Tangibl3: Deboo traz ao mercado brasileiro curso focado em tangibilizar os conceitos da web 3.0

A Web 2 está com os dias contados! É apenas uma questão de tempo até deixarmos para trás a internet e as redes sociais que conhecemos hoje para entrarmos em uma nova era, das comunidades, nas quais seremos donos de nossos dados e ganharemos com nossos ativos como membros. Já imaginou um ambiente mais democrático, colaborativo, livre onde não haja um intermediário de posse das informações? É isso que está por vir e que vem movimentando todos os setores da economia. Segundo a Cointelegraph Research, mais de U$ 30 bilhões foram investidos em projetos de Web 3, em 2021, o triplo de 2019. E só no primeiro trimestre de 2022 foram investidos mais de U$ 14 bilhões. Os mercados e as empresas estão mudando de comportamento e um novo mundo está se formando.
Pensando nessa nova realidade e para ajudar as pessoas a entenderem sobre as possibilidades da internet descentralizada, a Deboo – startup que desenvolve projetos e soluções em Web3 – lança o curso Tangibl3, para acabar de uma vez por todas com as dúvidas que envolvem este universo. Atendendo aos pedidos dos clientes, os sócios Camilla Gurgel, Edu Paraske e Léo Brazão decidiram organizar um curso para gerar conexão, com foco na transformação do pensamento e, principalmente, na usabilidade das tecnologias para o dia a dia das empresas e das pessoas. “Percebemos que estávamos treinando nossos clientes sobre a web 3. Muitos desconheciam o assunto e não sabiam como colocar em prática os conceitos na carreira e nas empresas. Não somos uma escola, mas decidimos tornar este universo tangível a todos que tenham curiosidade para entrar e participar de forma ativa neste novo ecossistema”, explica Edu Paraske, founder e partner da Deboo.
Mão na massa
O curso conta com um time de vários experts no assunto, além do trio de sócios. Quem estiver presencialmente no Cubo Itaú, entre os dias 8 e 12 de maio, das 19h às 21h30, aprenderá com quem entende e faz.
Bernardo Mendes, da Druid – Com 10 anos de experiência no mercado de entretenimento, entrou no mundo dos games quando trouxe ao Brasil a ESL, uma das maiores produtoras de conteúdos e eventos gamer do mundo, liderando todas as unidades de negócio e desenvolvendo projetos para publishers, como Supercell, Riot, Garena, Ubisoft e Tencent. Lançou também os primeiros conteúdos gamer para a TV Brasileira, em 2016 com projetos com a ESPN e Sportv. Em 2019, assumiu a liderança da Cheil Gaming e projetos para clientes como Epic Games, Ambev, Samsung e Hasbro. Hoje, com sua agência publicitária para o universo de games, a DRUID, tem como parceiros Itaú, B2W, Midnite, Razer Gold, Epic Games. Acumula prêmios, como 2 MMA Smarties, 1 Effie Awards, e Forbes Under 30 2021.
Carl Amorim, da Blockchain Hub Brasil – Engenheiro com MBA em Finanças e Pós Graduado em Marketing, Mestre em Adm de Empresas, professor e DAOpreendedor serial. Há 11 anos trabalhando com articulação de organizações distribuídas e há dois experimentando com o Blockchain. É, um dos iniciadores da Prospera, primeira DAO Brasileira e a Kairos DAO, plataforma e metodologia para construção de Organizações Autônomas Distribuídas, co-editor, tradutor e autor da apresentação do livro Blockchain Revolution de Don Tapscott, executivo do Blockchain Research Institute no Brasil e coordenador de curso de Pós Graduação em Blockchain da FGV.
Inaiara Florêncio, do Mercado Bitcoin – Jornalista com pós-graduação em redes sociais e especialização em marketing político pela PUC-SP, começou a trabalhar com marketing de influência desde a época do Orkut. Feminista ativista atua em causas de diversidade, inclusão e educação. Diretora de Content no Mercado Bitcoin, a maior plataforma de criptoativos da América Latina. Em 2019 foi efetivada como uma das 15 vozes que mais contribuem para mudanças na indústria de comunicação pelo YOUPIX Builders.
James Maia, da Stonoex – CEO da Stonoex, primeira Exchange cripto global focada em Commodities, cria projetos de tokenização de ativos diversos, além de atuar com consultoria em projetos em blockchain.
Luciano Santos, Top Voice | Escritor – Com carreira sólida no mercado digital por mais de 23 anos, em empresas como UOL, Google e Facebook (até 06/2022), a maior parte atuando como executivo liderando times de alta performance. Hoje dedica seu tempo ao tema de educação corporativa. Escritor, seu livro “Seja egoísta com sua carreira”, está entre os mais vendidos da Amazon na categoria orientação profissional desde o lançamento em 2021. Criador de conteúdo no Linkedin e outras redes sociais, escreve sobre carreira, liderança, educação corporativa, gestão de pessoas, questões de RH e comportamento dentro e fora do trabalho.
Nathan Valadares, Beta 101 – Fundador da Beta101, junto de Bianca Brito. Cria projetos de aceleração estratégica para startups em colaboração com os maiores VCs e CVCs brasileiros, com mais de R$ 500M de investimentos combinados. Uma das seis empresas no mundo com parceria oficial com a Sandbox.
Newton Filho, da Warlock – Possui experiência em estratégia e desenvolvimento de produtos para plataformas de mídia interativa. Consumer centric e experiência em mídia com sólido conhecimento de tecnologia e pensamento estratégico. Trabalhando para empresas de primeira linha nos setores de internet e telecomunicações, desenvolveu uma forte liderança e habilidades de gerenciamento de projetos ágeis, construídas com base em um histórico de sucesso de projetos multifuncionais.
Thammy Marcato, da KPMG – Participou da criação e desenvolvimento da KPMG & Distrito Leap, e atualmente atua liderando projetos focados em resolução de problemas e transformação de empresas. Em paralelo, auxilia a KPMG no seu processo de transformação e lidera a iniciativa de foresight para a própria KPMG. Atuou em multinacional com análise de dados para fins estratégicos, em um banco multinacional na parte de gestão de contas corporativas high middle e em empresas nacionais de setores emergentes, com foco na jornada do consumidor. Trabalhou em uma startup em Berlin onde desenvolveu e gerenciou uma linha de negócios, além de ter estruturado e implementado um plano de expansão com efeito de rede para um empresa de educação online.
Entrando na Web3
“Já imaginou ter acesso a todos esses experts e, principalmente, aprender com eles como aplicar os ensinamentos em sua realidade? O mundo está mudando e as pessoas precisam embarcar nessa mudança”, explica Léo Brazão, co-founder & partner da Deboo. O curso é voltado para profissionais de todas as áreas e segmentos que buscam atualização no que há de mais novo e moderno em tecnologia. “Nosso foco é proporcionar capacitação para o mercado de trabalho voltado para a tecnologia e tudo que o futuro promete”, finaliza Edu Paraske.
Programação:
08/05 = Mentalidade Web 3.0
09/05 = Cripto & DeFi
10/05 = DAO´s e Communities
11/05 = NFT´s
12/05 = Metaverso
Serviço: Tangibl3
Data: 08 a 12 de maio de 2023
Período: das 19h às 21h30, de 2ª a 6ª
Local: Cubo Itaú
Alameda Vicente Pinzon, 54 – Vila Olímpia | SP
Os interessados podem acessar aqui e realizar a inscrição.
Eventos
Oktoberfest Summit 2026 promete imersão inédita nos bastidores da maior festa alemã das Américas

O live marketing brasileiro ganha um reforço de peso em seu calendário de 2026. Após o êxito de sua estreia, que mobilizou cerca de 500 profissionais e entusiastas, o Oktoberfest Summit teve seu lançamento oficial realizado na última segunda-feira. Com o mote “Celebrar a tradição, construir o futuro”, o evento retorna com a promessa de elevar o nível das experiências imersivas entre os dias 20 e 22 de outubro, ocupando espaços icônicos como o Teatro Carlos Gomes e o Parque Vila Germânica, em Blumenau.
Nesta edição, o foco se volta para as engrenagens que fazem o espetáculo acontecer. A grande novidade reside na abertura dos bastidores da gastronomia e dos desfiles, pilares fundamentais da identidade do evento. Segundo Guilherme Benno Guenther, diretor geral da Oktoberfest Blumenau, o público terá em mãos um conteúdo sem precedentes. “Os participantes terão acesso a detalhes técnicos desses dois temas, que são grandes diferenciais e um dos maiores ativos culturais e comerciais da festa. Informações que nunca foram compartilhadas em mais de 40 anos de história”, destaca o executivo.
A organização, que projeta atrair 600 participantes este ano, aposta no conceito de “learning by doing” (aprender fazendo). Muito além de palestras convencionais, o Summit se posiciona como uma plataforma de networking e educação corporativa dentro do ecossistema de entretenimento. Para Gelson Walker, CEO da Tô Indo Viagens e Eventos e organizador oficial do encontro, a proposta é entregar uma visão 360 graus do evento. “O Summit é muito mais do que um congresso. Durante três dias, promovemos uma verdadeira imersão, com visita guiada pelos bastidores do Parque Vila Germânica e do Camarote Spaten, além da possibilidade de ter acesso a cases inspiradores, que fazem a Oktoberfest ser o sucesso que ela é. Educação, networking e entretenimento em um só lugar”, afirma Walker.
Para os profissionais do live marketing que buscam entender como escala e cultura se encontram em um projeto de alto impacto, as inscrições já estão abertas através do site oficial (www.oktoberfestsummit.com.br). O evento reforça seu compromisso com a capacitação técnica, garantindo certificação a todos os presentes.
Eventos
Super Bowl 2026 quebra recordes com comerciais de US$ 10 milhões e consolida a “Economia da Atenção”

O Super Bowl 2026 entrou para a história não apenas como a final mais aguardada da NFL, mas como o detentor do intervalo comercial mais caro da televisão mundial. Com data marcada para o próximo dia 8 de fevereiro, o preço de uma inserção de apenas 30 segundos alcançou a impressionante faixa entre US$ 9 milhões e US$ 10 milhões. O valor estabelece novos recordes globais e reforça o evento como o espaço publicitário mais disputado do planeta, evidenciando uma transformação estrutural no mercado: a revalorização extrema dos grandes eventos ao vivo.
Em um cenário de mídia cada vez mais pulverizado e orientado por métricas de performance automatizadas, o Super Bowl permanece como um dos raros momentos de atenção massiva e simultânea — um ativo que se tornou escasso em 2026. Para Bruno Almeida, CEO da US Media, o salto nos valores, que até pouco tempo giravam entre US$ 6 milhões e US$ 7 milhões, reflete uma mudança de prioridade das marcas. “O Super Bowl é um dos poucos ambientes em que as marcas não competem apenas por cliques ou conversões imediatas, mas pela atenção plena do público. Em um mundo de múltiplas telas e estímulos constantes, isso se tornou extremamente valioso”, analisa o executivo.
Este movimento não é isolado e sinaliza o retorno do conteúdo “ao vivo” ao centro das estratégias globais, abrangendo também a Copa do Mundo, Olimpíadas e Fórmula 1. A capacidade desses eventos de combinar alcance, contexto e emoção em tempo real permite um impacto de marca com menor dispersão. Segundo Almeida, o crescimento dos preços é um sinal claro de que a publicidade entrou definitivamente na era da economia da atenção. “Eventos ao vivo entregam algo que nenhum algoritmo, isoladamente, consegue garantir: relevância cultural e presença simultânea em larga escala”, afirma.
No entanto, em 2026, o sucesso de uma campanha de Super Bowl não termina quando o cronômetro para. O diferencial competitivo das marcas agora reside na estratégia de reverberação pós-jogo. Especialistas apontam que tratar o intervalo apenas como o ápice da estratégia é um erro estratégico comum; na prática, ele funciona como um gatilho para uma narrativa que deve se desdobrar em vídeos digitais, redes sociais, mídia programática e parcerias com criadores de conteúdo.
A diversificação de canais, incluindo aplicativos de segunda tela como o Onefootball, torna-se essencial para capturar a audiência que passa a reinterpretar as mensagens após o pico de exposição. Como define Bruno Almeida: “O retorno real vem da capacidade de sustentar a mensagem no pós-evento, adaptando a narrativa a diferentes plataformas, públicos e momentos de consumo”. Em um ano marcado por grandes competições esportivas, a lição do Super Bowl 2026 é clara: o impacto custa caro, mas a longevidade da mensagem é o que garante o ROI.








