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Stella Barros lança campanha para Copa do Mundo

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Stella Barros lança campanha para Copa do Mundo

#timedegeracoesconectadas é a nova campanha da Stella Barros, empresa pertencente ao Grupo Águia, para promover a venda de pacotes de hospitalidade e turismo para Copa do Mundo da FIFA Catar 2022TM. Produzida pela RiosCom e veiculada pela Trammit a primeira fase da campanha, online, trará histórias de jogadores das seleções de 78/82, 90/94, 2002 e 2006/2010 contando como viram seus sonhos se tornarem realidade por meio do futebol e como a conexão entre jogadores e torcida é fundamental para o desempenho dos atletas nos gramados.

Roberto Dinamite, Ricardo Rocha, Luizão e Juan formam o elenco que narra experiências, desejos e emoções de viver a convocação para a Seleção e jogar uma Copa do Mundo, representando os sonhos de milhões de Brasileiros e seus próprios anseios mais bonitos. “Escolhemos trabalhar com o conceito de conectar gerações por estar alinhado ao propósito da Stella Barros, que há mais de 50 anos une pessoas de idades diferentes e lugares inusitados pela alegria de viajar e viver experiências inesquecíveis, como a Copa do Mundo”, explica Rildo Amaral, gerente executivo da Stella Barros franqueadora.

Agatha Abrahão, diretora de Cultura Organizacional do Grupo Águia contextualiza: “Usaremos os colchetes da nossa campanha atual, como reforço gráfico e simbólico/conceitual de conexão entre as gerações através do momento vivido em uma viagem, que é muito intensificado numa Copa do Mundo. Nosso objetivo é criar, desde já, um clima de união entre gerações de brasileiros apaixonados por futebol, que querem viver a experiência de estar em uma Copa, torcendo ao redor do gramado. E contar sobre como a energia da torcida influencia o time e como os jogadores sentem a conexão com torcedores espalhados por todo o mundo”, finaliza.

A Stella Barros é subagente oficial de vendas dos pacotes de hospitalidade para a Copa do Mundo da FIFA Catar 2022TM e comercializa, para quem adquirir os ingressos de hospitalidade para os jogos do Brasil, os pacotes Torcida Brasil, que asseguram hospedagem, traslados, receptivo e eventos para aproveitar ao máximo o evento esportivo mais aguardado dos últimos anos.

A campanha está sendo veiculada nos canais online da Folha de S. Paulo e nas mídias sociais da Stella Barros com suporte de mídia para Google, Facebook, Instagram e Linkedin. O investimento total para a primeira etapa da comunicação é de R$1 milhão. “A torcida do Brasil está online e veicular a campanha nas redes sociais é para nós a possibilidade de interagir com as pessoas e criar conexões que se estendem pra além do virtual com nossos clientes”, comenta Rildo.

A estreia dos filmes acontece em 02 de setembro, dia de jogo do Brasil, a primeira fase dos depoimentos será veiculada até 30 de outubro, mas a campanha se estende até novembro de 2022. “Estamos em fase de produção, colhendo depoimentos de torcedores e pessoas que amam a Copa do Mundo para conectar as gerações de torcedores e jogadores de maneira emocionante e orgânica”, conclui o executivo.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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