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Squid anuncia aquisição da Duopana

Compra da plataforma reforça novo posicionamento da empresa de marketing de influência para ampliar as vozes dos creators pelas comunidades
Com o mercado de marketing digital em constante mudança, uma das tendências que mais chama a atenção atualmente de especialistas são comunidades. Analisando este cenário, a Squid, empresa especialista em marketing de influência, anuncia nessa sexta-feira, 24, a aquisição da Duopana, plataforma de construção de comunidades online. O movimento é parte de uma nova fase da Squid, que no ano passado, com o reposicionamento trouxe foco justamente para esse tipo de estratégia. Além de novas funcionalidades para os influenciadores engajarem suas audiências, a plataforma traz um ambiente que também poderá ser explorado por empresas, engajarem clientes e colaboradores para compartilhar conhecimento por texto, vídeos e até mesmo criando cursos.
Felipe Oliva, cofundador e CSO da Squid, comenta como percebeu nas comunidades a próxima tendência do mercado e quando conheceu a Duopana, viu que a plataforma era tinha o que era preciso para engajar cada vez mais as pessoas: “O investimento em comunidades é a nova era da influência. Tenho monitorado tendências e mercados para gerar mais valor para nossos principais stakeholders: anunciantes e influenciadores. Estou certo que a aquisição da Duopana trará ótimos resultados para os dois”, diz Oliva.
A plataforma desenvolvida cria um ambiente colaborativo e exclusivo para empresas e criadores de conteúdos engajarem suas comunidades. Marcas vão conseguir criar ambientes em que pessoas com os mesmos interesses interajam e conectem entre si – será um ambiente em que ela passa a utilizar sua autoridade para curar conteúdos e não mais produzir na escala que produzia antes. “Essa já é uma tendência amplamente discutida”, completa Felipe. Já para os criadores de conteúdo, a plataforma oferece recursos para que ele consiga entregar seus conteúdos para toda sua audiência, além de facilitar todo o funil de marketing digital automaticamente, permitindo que ele foque em utilizar seus conteúdos e sua autoridade para engajar o nicho de seu interesse, seja moda, maquiagem, decoração, etc.
“Quando conheci a Squid, vi que a comunidade de influenciadores que eles criaram era algo muito rico, toda a estrutura que eles possuem e o que construíram poderia acelerar, e muito, o caminho que tracei para Duopana.”, diz Luciano Kalil, fundador e CEO da Duopana “Depois de conversar com o Felipe, entendi o quanto éramos complementares em habilidades, mas com uma visão extremamente alinhada sobre o futuro das relações digitais e consequentemente, do marketing. Agora juntos, poderemos ajudar tanto criadores de conteúdo quanto marcas a utilizarem todo o potencial das relações humanas.”, conclui Luciano.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







