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Spotify lança RADAR, projeto global que apoia artistas com carreira em ascensão

Agnes Nunes é a primeira artista brasileira escolhida para participar do programa, tendo suporte em playlists e promoção dentro da plataforma do Spotify
O Spotify, plataforma de áudio mais popular do mundo, anuncia mais um programa focado no apoio a artistas em ascensão: o RADAR. Além do Brasil, o RADAR chega hoje a mais de 50 mercados com 36 artistas envolvidos. O programa é fundamental para enfatizar o compromisso contínuo do Spotify com novos artistas em todas as etapas de seu desenvolvimento, além de, claro, aprofundar a conexão com seu público.
Um artista diferente será escolhido como artista RADAR do mês e terá suporte em playlists, redes sociais e canais digitais do Spotify, além de promoção dentro da plataforma. A cantora pop paraibana Agnes Nunes foi escolhida como a primeira artista do programa no Brasil e, por isso, ela é a capa inaugural da nova playlist Radar Brasil, também lançada hoje pelo Spotify, que servirá como base do projeto apresentando artistas e músicas de diversos gêneros para o público, com atualizações constantes.
Agnes Nunes, de apenas 17 anos, já fez parte do projeto Elas Por Elas em colaboração com o rapper Xamã, participou de músicas de Baco Exu do Blues e Chico César e recentemente lançou a música “Pode Se Achegar” em parceria com Tiago Iorc.
“Abrir portas para artistas que estão iniciando carreira é sempre muito importante, pois o ajuda a crescer e, de uma certa forma, motivá-lo também. Ações como esta são necessárias para que outras pessoas possam conhecer o trabalho desses artistas que estão começando suas carreiras. É uma iniciativa super legal. Pessoas que talvez não conheciam tanto meus trabalhos autorais vão poder conhecê-los e desfrutar deles”, diz Agnes Nunes sobre o projeto RADAR.
O Spotify é o destino final para a descoberta de artistas e continua a ser um líder e parceiro poderoso para artistas em ascensão. A plataforma usa sua força na descoberta para apoiar artistas de todos os níveis e gêneros em todo o mundo, para que possam ser ouvidos e apoiados de todas as formas, ao longo de suas carreiras.
“Estamos muito felizes em anunciar o lançamento do RADAR este ano no Brasil. Nosso objetivo é tornar o RADAR um programa influente para artistas emergentes de todos os gêneros em todo o mundo. No Brasil, será uma maneira de nossas equipes editoriais e de marketing apoiarem de forma sólida e consistente a próxima geração de artistas emergentes”, comenta Roberta Pate, diretora de relacionamento com artistas e gravadoras do Spotify na América Latina.
Veja abaixo a lista dos primeiros artistas envolvidos no programa RADAR:
Estados Unidos
– Alaina Castillo
Reino Unido
– Young T + Bugsey
Brasil
– Agnes Nunes
México
– Silvana Estrada
Argentina
– Romeo El Santo
Colômbia
– Ela Minus
Panamá
– Boza
Espanha
– DORA
– Aleesha
– María José Llergo
– Guitarricadelafuente
– Paranoid 1966
Austrália
– merci, mercy
França
– Lous and the Yakuza
– Yuzmv
– Phillipine
– Hervé
Emirados Árabes e Líbano
– Hollaphonic x Xriss
África do Sul
– Elaine
Filipinas
– SB19
– August Wahh
Indonésia
– Mahen
– Monica Karina
Taiwan
– 張若凡
– RuoFan
Áustria
– AVEC
– My Ugly Clementine
Alemanha
– badmómzjay
Holanda
– RIMON
– Jeangu Macrooy
Japão
– Fujii Kaze
– Vaundy
– Rina Sawayama
Índia
– Mali
– When Chai Met Toast
– Taba Chake
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







