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Sitel Group anuncia rebrand para Foundever e acelera transformação global

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O Sitel Group, um dos maiores fornecedores mundiais de produtos e soluções de experiência do cliente (CX), anunciou sua transição para Foundever. Após a aquisição da Sykes Enterprises, em 2021, a empresa consolidou sua posição como um dos três principais fornecedores de CX do mundo. A nova marca reflete o compromisso da empresa com a inovação, dinamismo e a melhor entrega de CX do mercado.

Laurent Uberti, presidente, CEO e co-fundador da Foundever, declara que a indústria de CX mudou drasticamente desde que a empresa foi fundada há 30 anos, passando de interações manuais e locais para interações digitais-first e globais. No entanto, o CX permanece enraizado nas interações entre humanos, e por mais de três décadas, a empresa tem buscado inovar e se adaptar, mantendo um forte elemento centrado no ser humano em suas soluções.

Uberti afirma estar orgulhoso de ver a empresa crescer de uma pequena startup para uma empresa global que oferece mais de 9 milhões de interações e insights de consumidores, todos os dias, para ajudar os clientes a navegar em sua jornada de transformação digital. “O lançamento da Foundever é uma chance de levar a empresa de volta às suas raízes empreendedoras e simplificar o CX para as marcas que apoiam”, celebra o CEO.

A Foundever combina uma força global ágil e um espírito empreendedor premiado, permitindo que ela tenha a escalabilidade e o know-how digital para apoiar as maiores marcas mundiais à medida que desenvolvem as melhores estratégias de CX para seus clientes. Com suporte disponível em mais de 60 idiomas e diversos sites distribuídos em 45 países, a Foundever tem um alcance verdadeiramente global com uma receita de US$ 4 bilhões.

Sua equipe, composta por 170 mil pessoas em todo o mundo, dá à empresa a capacidade de atender a mais de 750 marcas nas Américas, Ásia-Pacífico, África e Europa. Olivier Camino, COO global e co-fundador da Foundever, afirma que a demanda do consumidor está mudando e as marcas devem ser capazes de oferecer experiências aos clientes com mais rapidez e complexidade. “Desde que fundamos nossa empresa, continuamos a evoluir e nos transformar para atender às necessidades atuais, encontrando um equilíbrio entre o humano e a tecnologia. A experiência do colaborador é a experiência do cliente, e a empresa está comprometida em manter uma cultura de pessoas diversa e inclusiva, criando um ambiente que ajuda a família Foundever não apenas a atingir suas metas, mas também ir além”, explica o líder global.

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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

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Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.

A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.

A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.

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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

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A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.

Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.

O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.

A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.

A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.

A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.

Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.

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