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SIM São Paulo aposta em plataforma viva sob o comando de Zé Algodoal

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Em sua oitava edição, a Semana Internacional de Música de São Paulo chega com algumas novidades para este novo cenário. Com um déficit de conteúdos jornalísticos, nesta edição, a SIM São Paulo expande seu projeto e oferece ao público o mais novo portal de notícias diárias sobre o mercado, com a missão de oferecer conteúdos exclusivos, promover conexões e discussões sobre temas do universo musical que não são abordados com pertinência – até agora. 

‘O portal vai cumprir um pouco essa função de atrair as pessoas’, comenta Zé Antonio Algodoal, músico e jornalista responsável pelos conteúdos do novo portal, sobre a função de transformar a visão do mercado. Mas, com este novo projeto, surge um grande desafio que é atrair o público e fazer com que o jornalismo musical esteja presente e seja, daqui para frente, um conteúdo perene no cotidiano das pessoas. 

‘O jornalismo musical no Brasil é quase inexistente, em minha opinião. Eu sempre consumi jornalismo musical e há décadas não vejo algo tão relevante assim’, explica Zé Antonio.  Como um dos pilares do próprio evento que acontece desde 2013, a reunião de músicos, produtores do Brasil e do mundo, a nova fase da SIM São Paulo está focada em propor networking entre os profissionais do ramo. ‘Você encontra notícias do mercado da música, onde você propõe discussões, onde você fala de toda a multiplicidade. Essa é uma função que o portal pretende cumprir agora’.

Além do novo portal, diante do cenário mundial, a edição deste ano da feira musical acontecerá on-line e será estendido por mais de 30 dias! De 3 de novembro a 6 de dezembro, o evento com o tema ‘Música Viva!’, estará nas mãos do Conselho Consultivo, o CCSIM, responsável pela consultoria nacional e o iCCSIM, responsável pela consultoria internacional, que prometem construir uma programação – que será relevada ao longo do ano – para atrair e ampliar ainda mais o seu público, que desta vez, estará em casa. 

Serão palestras, debates, workshops, showcases e meetups com convidados de diversos países que abordarão diversos temas sobre o cenário atual da música, como as principais tendências, as expectativas e as possíveis soluções para um setor muito prejudicado, por conta da pandemia. ‘A música foi muito afetada. Primeiro que você não tem shows, não tem lojas abertas para vender discos, e a verdade é que nem todo mundo não tem estrutura para trabalhar. Mas, por outro lado, fez com que as pessoas tivessem desafios de se reinventar.’, analisa Zé. 

‘Não é um festival de música, é a Semana Internacional de Música de São Paulo! São espaços de diálogo, de conexão, a questão é tratar a música no seu aspecto mais amplo possível’, afirma Katia Abreu sobre a nova fase e as mudanças da SIM São Paulo. O que podemos fazer para formar melhor o mercado brasileiro junto ao internacional para que eles conversem mais, para que os profissionais se conectem, para que a gente tenha informação sobre o nosso mercado circulando?’. 

Para suprir a falta de informação, Algodoal entende e ilustra como é super importante ter um projeto como esse. ‘Nem todo mundo tem acesso a grande parte dessa informação sobre a música ou sabem do alcance da música. Eu mesmo, como artista, descobri muita coisa indo na SIM. A gente nunca tem a ideia da voz, do alcance que o trabalho tem, e eu acho que a SIM abriu essa perspectiva para várias pessoas, sabe?’, diz o editor. 

SIM Community 

Além do novo site de notícias, conteúdos exclusivos também poderão ser encontrados na SIM Community, a ‘rede social’ especialmente criada para os profissionais de todos os setores da indústria da música. Abrangendo artistas, jornalistas, produtores, criativos, inovadores e transformadores de todo o ecossistema, a Community casa com o objetivo do portal de reunir e conectar as pessoas envolvidas no universo da música. 

‘Nos preocupamos muito em criar faixas de valores diferentes, para que deixasse claro que o digital tem que ser inclusivo, mas que ele não pode ser gratuito, já que falamos de um mercado!’, explica Katia. 

A comunidade poderá ser acessada de duas maneiras, uma delas será por meio de uma assinatura mensal com o valor de R$15, já a outra será por uma assinatura anual no preço de R$ 165. ‘A Community é um lugar onde as pessoas vão poder se encontrar, vão poder abrir discussões, estar em contato com profissionais da música do mundo inteiro’, conclui a coordenadora de comunicação. Vale lembrar também que o conteúdo pago também poderá ser adquirido de forma avulsa, e um dos pontos mais importantes: a transmissão do evento SIM São Paulo acontecerá dentro do ambiente da SIM Community. 

Dentro do portal, você também encontrará as PRO-BADGES para a SIM 2020, que são as credenciais para o evento, e já estarão disponíveis a partir do lançamento do site. No lançamento, em forma de um primeiro lote, cerca de 200 ingressos serão vendidos apenas por R$50. Os assinantes da SIM Community também encontram vantagem nas compras das PRO-BADGES e garantem seu lugar com 30% de desconto. Os interessados também poderão participar das atividades adquirindo seus ingressos para atividades avulsas, numa faixa de R$5 a R$50. 

A SIM São Paulo espera mais de 4.000 credenciais/assinantes de todo o Brasil e cerca de 30 países, além de mais de 100 mil fãs de música do mundo todo acompanhando as apresentações artísticas de 2020.

Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Mercado de eventos e live marketing projeta cifras bilionárias com o maior ciclo de investimentos da história do mundial

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A Copa do Mundo de 2026 está engatilhando um dos ciclos de investimentos mais robustos da história do mercado global de experiências e brand experience. Impulsionado pela expansão inédita para 48 seleções e pela projeção da FIFA de arrecadar mais de US$ 10 bilhões em receitas globais, o torneio redefine as réguas do setor. Dados oficiais da entidade máxima do futebol apontam que os patrocínios devem romper a barreira dos US$ 2,8 bilhões, enquanto os direitos de transmissão devem cravar US$ 4,2 bilhões. O impacto macroeconômico global, que abarca gastos diretos com turismo, hospitalidade e ativações de marca, é estimado em impressionantes US$ 80 bilhões. Sob uma ótica complementar, projeções do Bank of America indicam uma injeção de US$ 41 bilhões (cerca de R$ 225 bilhões) na economia global, oxigenando cadeias como hotelaria, alimentação, serviços e eventos.

Para Evandro Monteiro, CEO da Origami Marketing e Eventos, a competição funciona como um supercombustível para o mercado de live marketing, impulsionada por uma combinação rara de fatores psicológicos e comerciais. “Durante a Copa, a atenção do público se concentra como em poucos outros momentos, com audiências massivas e altamente engajadas. Ao mesmo tempo, o componente emocional do futebol encurta a distância entre marcas e consumidores, influenciando diretamente decisões de consumo. Soma-se a isso o comportamento coletivo, com jogos assistidos em grupo, encontros e celebrações, que impulsiona a demanda por eventos, ativações e experiências compartilhadas”, avalia Monteiro.

Na prática do mercado, grandes players mundiais utilizam historicamente o torneio como uma plataforma de relacionamento de longo prazo. No Mundial de 2022, no Catar, a Budweiser transformou adversidades regulatórias em um case de relações públicas e engajamento. Mesmo diante do veto à comercialização de bebidas alcoólicas no perímetro das arenas, a marca redirecionou seus esforços para o desenvolvimento de fan zones urbanas, eventos simultâneos em múltiplos países e estratégias com influenciadores fora dos estádios, expandindo o tempo de tela e gerando milhões de interações digitais.

No cenário nacional, o mercado corporativo responde com o mesmo vigor. A Heineken, por exemplo, vem consolidando sua presença por meio de ativações premium e ações de hospitalidade, conectando transmissões exclusivas em ambientes cenográficos a encontros de negócios de alto padrão. Já o Itaú Unibanco trata o esporte como uma ferramenta de fidelização contínua. Em períodos de torneio, a instituição financeira intensifica ações de relacionamento, eventos proprietários e experiências físicas personalizadas para blindar sua base de clientes e humanizar seus serviços financeiros. “Ciclos como o da Copa do Mundo aceleram a conexão entre marcas e público. Os jogos duram apenas 90 minutos, mas uma experiência bem executada pode gerar impacto por anos. Por isso, é fundamental aproveitar esse momento para investir em estratégias capazes de criar conexões reais, fortalecer relacionamento e gerar resultados concretos para o negócio”, defende o CEO da Origami.

O Brasil reúne o ecossistema ideal para potencializar essa engrenagem econômica, combinando uma alta afinidade cultural com o esporte, a presença massiva de multinacionais e um mercado de prestação de serviços maduro. Prova disso é que o setor de eventos e entretenimento faturou R$ 25,33 bilhões apenas no primeiro bimestre de 2026, de acordo com o Radar Econômico da ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos). Durante a Copa, esse fluxo acelera drasticamente do topo da pirâmide aos fornecedores locais. No último Mundial, o setor de bares e restaurantes anotou uma alta de 30% no faturamento logo na primeira semana de jogos, segundo a Abrasel, impulsionado por confraternizações corporativas e exibições públicas. “Também ganham força as experiências exclusivas, especialmente voltadas à fidelização de clientes premium, com ações desenhadas para oferecer diferenciação e proximidade. Essa combinação amplia o impacto das iniciativas e prolonga seus efeitos para além do momento do evento”, complementa Monteiro.

Para os ciclos atuais e futuros, a inteligência analítica assume a posição de camisa 10 nas estratégias das agências. O especialista aponta que a tendência para o mercado de brand experience caminha para um modelo de ativação cirúrgico, pautado por dados, customização e tecnologia de ponta. “A tendência para as próximas Copas do Mundo é de eventos cada vez mais integrados à tecnologia, dados e personalização. O uso de inteligência artificial, plataformas digitais e análise de comportamento permite compreender melhor o público, ajustar experiências em tempo real e direcionar ações mais personalizadas e individualizadas, com maior precisão e potencial de retorno para as marcas”, afirma Monteiro.

Essa transformação reposiciona o papel das feiras, camarotes e ativações, que deixam de ser meras vitrines de logotipo para atuar como plataformas híbridas de geração de negócios. Ao cruzar ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e mecânicas de interação omnichannel, as produtoras conseguem qualificar os leads, estendendo a conversão e a fidelização para as etapas pré e pós-evento presencial. “Se antes os eventos eram planejados principalmente para dar visibilidade às marcas, hoje eles são avaliados com muito mais rigor. Nesse cenário econômico mais desafiador, as empresas buscam garantir retorno concreto sobre o investimento (ROI), integrar os eventos a outros canais, como digital e CRM, e medir com mais precisão os resultados gerados, como engajamento, geração de leads e impacto nos negócios”, conclui o executivo da Origami.

O horizonte para as empresas que investem na emoção do consumidor é promissor e de longo prazo: globalmente, o mercado de marketing experiencial deve movimentar US$ 71,22 bilhões até o ano de 2035, segundo dados compilados pela Business Research Insights, chancelando a força do setor como ferramenta indispensável para a sobrevivência e crescimento das marcas na mente das pessoas.

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UBRAFE e Sebrae lançam capacitação em inteligência artificial para o setor de feiras e eventos

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A UBRAFE (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios), em uma parceria estratégica com o Sebrae, acaba de anunciar o lançamento do workshop online Inteligência Artificial Aplicada a Feiras e Eventos. A iniciativa é totalmente desenhada para a capacitação de profissionais das empresas associadas que buscam integrar as soluções de IA em suas estratégias macro, rotinas operacionais e processos de negócios, acelerando a transformação digital do mercado de Live Marketing e eventos corporativos.

Com uma grade curricular distribuída em quatro blocos de aulas virtuais e ao vivo, o treinamento abordará desde os conceitos fundamentais da inteligência artificial até as engrenagens de construção de agentes de IA. A proposta pedagógica preza por uma abordagem prática e totalmente customizada para as dores e a realidade logística do setor de feiras de negócios. O conteúdo foi modularizado para atender colaboradores de diferentes departamentos e níveis de senioridade técnica, oferecendo uma bússola estratégica sobre como utilizar a tecnologia para turbinar a produtividade interna, otimizar custos e escalar os resultados das organizações. As transmissões acontecerão nos dias 1º, 2, 6 e 7 de julho de 2026, sempre das 17h às 19h.

O cronograma de aprendizado foi estruturado da seguinte forma:

  • Aula 1: Introdução e modelos de IA;

  • Aula 2: Ferramentas e aplicações práticas;

  • Aula 3: Elaboração de prompts;

  • Aula 4: Construção de agentes de IA.

Indo além das tradicionais exposições teóricas, a capacitação agregará benefícios tangíveis de consultoria para as marcas participantes. O pacote inclui um diagnóstico de maturidade digital customizado, trazendo recomendações técnicas específicas para o ecossistema de cada empresa, além de duas sessões gratuitas de mentoria individual com o time de especialistas do Sebrae. O objetivo dessas sessões é sanar gargalos e orientar a implementação das ferramentas na prática pós-curso. “Os eventos presenciais continuam sendo uma das ferramentas mais poderosas para a criação e gestão de relacionamentos comerciais. Nesse cenário, a Inteligência Artificial surge como uma aliada estratégica, capaz de ampliar a eficiência operacional, otimizar processos e potencializar os resultados de toda a cadeia de eventos”, avalia Paulo Octávio Pereira de Almeida, conhecido no mercado como P.O., diretor executivo da UBRAFE.

Ao término da jornada educacional, as empresas e profissionais receberão uma certificação oficial chancelada pelo Sebrae, chancelando o ganho de competitividade e o preparo para as novas demandas de mercado. “A iniciativa reforça o compromisso da entidade em promover conhecimento, inovação e competitividade para o setor de feiras e eventos de negócios, estimulando a adoção de tecnologias que impulsionam a transformação digital das empresas”, pontua Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

O investimento para a inscrição é de R$ 800,00 por CNPJ, benefício exclusivo para o quadro de associados da UBRAFE. Cada organização parceira possui liberdade para inscrever o volume de colaboradores que julgar necessário para alinhar à sua estratégia interna de desenvolvimento. Como o foco prevê interatividade e acompanhamento consultivo, as vagas para o projeto são estritamente limitadas.

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