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Show do Milhão PicPay distribui mais de R$ 2,6 milhões para participantes do programa

Após mais de três meses no ar, o Show do Milhão PicPay distribuiu R$ 2,6 milhões aos 312 usuários do app de pagamentos sorteados para participar do programa, encerrado no fim de novembro. A média da premiação girou em torno de R$ 8,4 mil e foram gerados mais de 15 milhões de números da sorte, decorrentes das transações efetuadas pelas pessoas que se cadastraram para participar da promoção. Estas também apresentaram engajamento 12% maior no uso do app que os demais usuários.
Com recorde de audiência logo na sua estreia, quando alcançou a vice-liderança, o Show do Milhão PicPay figurou entre os cinco assuntos mais comentados no Twitter em setembro, nas sextas à noite. Já o PicPay apresentou crescimento de 11% de novos usuários em todas as suas redes sociais no período em que o programa ficou no ar.
O Pix para outro CPF foi a transação que mais gerou números da sorte para participar game, representando quase metade das operações elegíveis. Além do Pix, outras transações que deixaram os brasileiros mais próximos do tão sonhado prêmio de R$ 1 milhão foram o pagamento de boletos, seguido de pagamento entre pessoas (peer-to-peer) e transações no débito e crédito com PicPay Card. Compras na PicPay Store (loja do aplicativo) e pagamentos com QR Code também geram número da sorte.
Segundo a companhia, os resultados de marca obtidos com o Show do Milhão PicPay são decorrentes da estratégia focada em três frentes: divulgação da promoção e produtos participantes em mídias de grande alcance; conversas com o público em tempo real nas redes sociais e geração de familiaridade e criação de conteúdos educativo sobre os serviços do app.
PARCERIA ICÔNICA
Após 12 anos da última edição do Show do Milhão, a parceria com o SBT foi um marco para o PicPay, por ser a primeira vez que a empresa de tecnologia dá nome a um programa de TV tão icônico. Com o amplo alcance e capacidade de atingir um público diverso e de todo o país, o PicPay acredita que o SBT contribuiu ainda mais para a missão da companhia de democratizar o acesso a pagamentos e serviços financeiros.
O programa também é importante para o SBT por contar com a estreia de Celso Portiolli em uma atração comandada por mais de 10 anos por Silvio Santos. A parceria com o PicPay ainda corroborou os esforços do SBT para transformar seus modelos comerciais e deixá-los cada vez mais integrados a toda estrutura multiplataforma da emissora.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







