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Shopee apresenta primeira Liquidação do Ano: 2.2

Depois de participar oficialmente de sua primeira Black Friday no Brasil, em 2020, a Shopee, plataforma de e-commerce que mais cresce no Brasil, lançou esta semana sua primeira Liquidação do ano no país, a 2.2, que vai até o dia 4 de fevereiro e terá seu principal dia em 2 de fevereiro.
Leonardo Silva, Gerente de Negócios da Shopee Brasil disse: “Estamos vendo uma mudança no estilo de vida online com os consumidores brasileiros passando a comprar os produtos que precisam pela internet. A Shopee está entusiasmada em apresentar a primeira campanha do ano para continuar a se envolver com os compradores e proporcionar-lhes uma experiência gratificante”.
Ao longo da campanha, os clientes terão acesso a cupons de frete grátis sem valor mínimo de compras e ofertas relâmpago todos os dias – com dias de ofertas em dobro, a cada duas horas, e dias com promoções focadas em diferentes categorias.
No dia 2/2, pico da campanha, a Shopee vai disponibilizar 1 milhão de reais em cupons e os consumidores terão acesso a uma seleção especial de produtos por R$ 1,99. Além disso, com o diferencial de oferecer jogos exclusivos em seu aplicativo, aos domingos os usuários poderão participar de um “Dia de Jogos” e receber prêmios.
A campanha será divulgada em canais digitais e contará com a participação de influenciadores de diferentes segmentos, como Camila Loures, Niina Secrets, Gabi Martins (ex-BBB), Bibi Tatto, entre outros.
Categorias e produtos mais buscados
Com sua plataforma inaugurada no Brasil em 2019, a Shopee oferece uma variedade de produtos de vendedores locais e internacionais. Isso faz com que a empresa consiga atender consumidores à procura de produtos de diferentes categorias. Nas duas primeiras semanas de janeiro, as cinco palavras-chave mais buscadas na Shopee foram: celular, smartwatch, maquiagem, fone de ouvido e biquíni.
E não são apenas buscas aleatórias: as palavras-chave registradas em janeiro seguem uma tendência. Os consumidores brasileiros estão se acostumando mais com o comércio eletrônico e comprando uma grande variedade de produtos além das necessidades diárias. A Shopee teve o maior crescimento nas seguintes categorias:
1 – Eletrônicos e eletrodomésticos
2 – Saúde e Beleza
3 – Moda
4 – Lifestyle
O aumento registrado nos pedidos de produtos de saúde e beleza foi de 10 vezes mais do que no mesmo período do ano passado. É notável que os brasileiros estão comprando mais produtos de lifestyle online e é interessante ver isso principalmente com o aumento da procura por produtos para fazer exercício em casa, provável reflexo das resoluções de ano novo.
Foco em mobile
Em 2020, o aplicativo da Shopee ficou entre os 10 mais baixados no Brasil, de acordo com o último relatório State of Mobile 2021 do app Annie.. E isso não é por acaso, já que a aposta é em uma abordagem mobile first, ou seja, trazendo elementos que tornam a experiência de compra no aplicativo mais simples, rápida, envolvente e divertida. A empresa segue uma tendência, segundo dados da Retail Global Payments Report de 2019, o comércio mobile vai crescer mais rápido do que qualquer outro canal até 2022. Ainda de acordo com os dados, o Brasil é um dos quatro países que deve registrar maior evolução nas compras via smartphone.
Uma pesquisa realizada em 2019 pela FIS, uma líder em tecnologia financeira, mostrou que em 2018 as compras feitas em dispositivos móveis representaram 29% de todas as vendas online no Brasil. Na Shopee Black Friday 2020, 95% dos pedidos foram feitos através de celulares.
Garantia Shopee
De acordo com um estudo feito pela NZN Intelligence, os consumidores que ainda preferem ir a um estabelecimento físico para uma compra, o fazem por fatores como: falta de confiança em informar dados pessoais, medo de não receber o item adquirido e possível enganação em relação ao pagamento.
Com o objetivo de fazer com que o consumidor se sinta seguro ao comprar na plataforma, a Shopee oferece a Garantia Shopee, uma característica pela qual o pagamento do vendedor é temporariamente retido para garantir que a transação seja concluída com sucesso. Inclui garantias como:
- Pagamento Seguro – Todos os pagamentos feitos para cada pedido serão mantidos em segurança pela Shopee e só serão liberados ao vendedor quando o pedido for concluido.
- Pedido de Reembolso – Se o comprador receber um item insatisfatório ou não receber nenhum item, ele poderá solicitar um reembolso e o pagamento não será liberado para o vendedor até que o caso seja resolvido.
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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.
A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.
O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.
O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.
A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.
No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.
As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”
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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.
Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.
A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.
Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.
O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.








