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Sheron Menezzes estrela campanha da Santa Lolla ao lado da mãe

Em celebração ao Dia das Mães, atriz divide momentos de cumplicidade com Veralinda Menezes e reflete sobre a data especial diante do cenário atual
Uma das passagens mais marcantes da nova campanha de Dia das Mães da Santa Lolla, o trecho acima parece traduzir perfeitamente a relação entre Sheron Menezzes, Veralinda Menezes e tantas mães e filhas ao redor do mundo. Em tempos de incertezas, a metáfora de retornar ao ninho e buscar conforto na família nunca pareceu tão importante e necessária, atribuindo um significado ainda maior à data especial celebrada no próximo dia 10 de maio.
Reunidas pela primeira vez em uma campanha de moda, as gaúchas nascidas em Porto Alegre compartilham a paixão pela arte: enquanto Sheron empresta seu talento como atriz em novelas e peças de teatro, Veralinda exerce diferentes facetas como escritora, roteirista, cantora e também atuando, como a filha.
Tamanha sintonia e cumplicidade ficam ainda mais evidentes no vídeo e fotos para a Santa Lolla, onde Sheron e Veralinda se mostram à vontade para abrir segredos e reflexões que permeiam a relação delas, e que de certa forma conversam com a nossa realidade atual, momento que tem aflorado ainda mais nossos sentimentos.
Confira o vídeo aqui:https://youtu.be/9x8XEH5_HiI
“Eu tenho sentido muita falta das pessoas, desse carinho, dessa atenção, desse cuidado que às vezes a gente deixa a desejar porque está envolvido em trabalho, está na correria, e esquece de dar aquele ‘alô’ para saber como aquela pessoa que você ama está. E agora eu só penso nessas pessoas. Vemos que o toque é muito importante, eu tenho abraçado muito, beijado muito o meu filho. Eu quero deixar esse carinho para ele”, reflete Sheron.
A campanha de Dia das Mães da Santa Lolla terá veiculação em seu site oficial, Instagram, Facebook, bem como anúncios e patrocínios, mídia display e YouTube.
A coleção Inverno 2020 pode ser encontrada no e-commerce da marca (https://www.santalolla.com.br), com frete grátis para compras acima de R$ 249 e entrega em todo o Brasil.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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