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Shell marca presença no Rio Open 2025

Pela sétima edição consecutiva, a Shell Brasil renova seu patrocínio ao Rio Open, o maior torneio de tênis da América do Sul e parte do circuito ATP 500. Este apoio não apenas consolida a presença da marca no cenário esportivo, mas também reafirma o compromisso da Shell com a geração de impacto social positivo por meio do esporte, refletido especialmente no patrocínio ao torneio Winners.
Com essa iniciativa, o Winners oferece a crianças e adolescentes de projetos sociais a oportunidade de vivenciar o universo do tênis e aprender lições valiosas de determinação, trabalho em equipe e disciplina. Para muitos jovens atletas, é a primeira oportunidade de participar de um evento de grande porte, interagir com profissionais do circuito mundial e sentir a energia única do maior torneio de tênis da América do Sul.
Na edição de 2025, são esperados 100 alunos inscritos, com idades entre 8 e 23 anos, oriundos dos projetos sociais apoiados pelo Rio Open. A Shell patrocina dois dos projetos participantes do torneio: Futuro Bom (Tênis Primeira Classe) e Paraty Tênis, ambos apoiados via Lei de Incentivo ao Esporte. Atualmente, a Shell patrocina 19 projetos esportivos, nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo e Distrito Federal, com investimento de cerca de R$ 40 milhões.
“Acreditamos no poder transformador do esporte como ferramenta para o desenvolvimento humano e social. Ao investir no esporte, impulsionamos vidas e contribuímos para o futuro. Ser parte do Rio Open e, especialmente, apoiar iniciativas como o Winners, permite reforçar nosso compromisso de promover a inclusão e inspirar as próximas gerações por meio do tênis”, afirma Alexandra Siqueira, gerente de comunicação de marca da Shell Brasil.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







