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Serasa Limpa Nome e Corinthians anunciam parceria

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A partir de julho, o serviço de renegociação de dívidas do Serasa Consumidor marcará presença no uniforme do clube paulista

Apita o árbitro e está valendo: O Serasa Limpa Nome, plataforma de renegociação de dívidas do Serasa Consumidor, entra em campo e anuncia sua mais nova parceria que é um gol de placa: a partir de julho, a marca estampará o uniforme de um dos maiores clubes de futebol do Brasil, o Sport Club Corinthians Paulista. Até o final de 2020, as camisas da equipe profissional masculino terão o logo do Serasa Limpa Nome na região próxima aos ombros, também conhecida como omoplata.

Para Giresse Contini, diretor de marketing do Serasa Consumidor, a parceria reforça o propósito de levar os benefícios do Serasa Limpa Nome para um número ainda maior de pessoas: “sabemos da força da marca Corinthians, um dos maiores clubes do mundo, além da paixão dos brasileiros por futebol. Temos convicção de que a parceria consolidará a expansão do Serasa Limpa Nome, levando para mais pessoas o serviço de renegociação de dívidas de forma fácil, segura e confiável. Nada melhor do que contar com um campeão mundial jogando do nosso lado nesta missão”, afirma Contini.

Parceria além dos gramados

A união de forças entre as marcas vai além dos gramados. A casa do clube, a toda poderosa Arena Corinthians, foi o local escolhido para sediar o próximo Feirão Serasa Limpa Nome, que acontecerá entre os dias 07 e 14 de março.

A estrutura do Feirão Limpa Nome estará montada ao lado do estádio pronta para receber os consumidores que querem renegociar suas dívidas presencialmente com até 98% de desconto. Além disso, para quem não puder visitar a tenda, basta entrar no site do Feirão Limpa Nome ou baixar o aplicativo do Serasa Consumidor. As ofertas de descontos ficarão disponíveis até o dia 31 de março.

No evento anterior, realizado em novembro de 2019, que foi considerado como o maior Feirão Serasa Limpa Nome da história da empresa até o momento, mais de 4 milhões de acordos foram fechados, resultando em mais de 5 bilhões de reais em descontos concedidos.

AGENDA – Feirão Limpa Nome Físico

Data: De 27 de fevereiro a 31 de março

Endereço: Av. Miguel Ignácio Curi, 111 – Artur Alvim, São Paulo

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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